Tecnologia e inovação para revolucionar o chão de fábrica.

Quem está inserido no setor industrial sabe que o chão de fábrica pode ser muito quente, barulhento e poluente. Na Drausuisse, trabalhamos com a tecnologia que torna este ambiente mais agradável e reduz custos sem perder performance.

Para desenvolver os modelos disponíveis hoje — AirDraulic, iPower e FlugPower – começamos em 2001, com estudos para tornar o bombeamento hidráulico mais eficaz e leve em aeronaves. A partir de um setor com critérios tão rigorosos de qualidade e segurança, surgiu nosso DNA inovador e nossa dedicação para oferecer produtos de excelência.

Além de operar em alta performance, nossos modelos dispensam algumas estruturas convencionais, demandam menos óleo e energia e produzem muito menos calor, o que proporciona mais conforto aos trabalhadores e elimina o custo de manutenção da unidade de bombeamento.

Navegue pelo site para saber mais sobre a nossa história e conhecer os benefícios de cada uma das nossas unidades hidráulicas.

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Drausuisse Brasil dá boas-vindas ao novo presidente & CEO

É com muita satisfação que a Drausuisse Brasil anuncia o seu novo Presidente & CEO, Luiz Ghiggi, que assumiu o comando da companhia a partir de 02/03/2020.

Luiz Ghiggi é um executivo com mais de 37 anos de experiência em desenvolvimento de produtos e gestão de programas do conceito a entrega, tendo ocupado o cargo de Vice-Presidente de Engenharia de Produtos em uma grande fabricante americana de equipamentos agrícolas, com a distribuição destes para mais de 100 países.

“Recebo com muita alegria e honra este novo desafio em minha carreira. Estou bastante entusiasmado em poder trabalhar com o time de alta performance que a Drausuisse Brasil tem.” – Luiz Ghiggi

Desejamos ao Luiz Ghiggi muito sucesso em suas atribuições!

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Por que devo me preocupar com a eficiência energética em minha indústria?

Sabe-se que, em todo o mundo, as indústrias são grandes consumidoras de energia; segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o setor industrial é responsável pelo consumo de 41% da energia elétrica do Brasil, com 573 mil unidades consumidoras industriais.

Sendo assim, é extremamente importante que haja um cuidado especial com a eficiência energética, de modo que estas empresas consigam se manter competitivas em seus segmentos. Embora seja fundamental, por vezes este fator é desconsiderado pelos administradores, o que pode acarretar danos muito gravosos.

Nesta linha, cabe inclusive trazer à tona o exemplo das indústrias manufatureiras, mais especificamente as que produzem metais (ferro, aço e alumínio), que apresentam um elevado consumo de energia. Para estas, há um grande e urgente desafio em minimizar o consumo de energia, sem deixar impactar na qualidade dos seus produtos e em sua produtividade propriamente dita.

Aliado a isso, há inclusive o aumento dos custos de energia subindo acima da inflação nos últimos anos, sendo assim, empresas que investem na gestão eficiente de seu consumo energético acabam tendo um diferencial competitivo em relação às outras que, ocasionalmente, sequer vislumbraram este problema.

 

NÚMEROS DESPERDIÇADOS E O IMPACTO FINANCEIRO

 

  • De acordo com o Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), ao considerar indústrias, residências e comércio, o desperdício de energia chega a 22 milhões de kW, o que impacta diretamente no montante de US$ 1,54 bilhões por ano.
  • Pesquisas mostram a relação intrínseca entre a evidente lacuna em programas de eficiência energética por parte das indústrias e a queda de produção. De acordo com um levantamento utilizado pela Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (ABESCO), em 2015, foi registrado um desperdício de energia elétrica de aproximadamente 3%, ao passo que também identificaram uma redução de 8,3% na produção industrial neste período.

 

GRANDES VILÕES E POSSÍVEIS SOLUÇÕES

 

Atualmente, nas unidades fabris do Brasil, cerca de 20% dos motores instalados possuem mais de 25 anos, sendo grandes consumidores de energia nas indústrias. Em grande parte dos casos, inclusive, os motores já foram rebobinados cerca de 7 a 10 vezes.

Desta maneira, a utilização contínua de equipamentos antiquados e a falta de busca por novas tecnologias são, certamente, equívocos cruéis que acabam por prejudicar estas indústrias, deixando cada vez mais de serem competitivas em seus respectivos ramos.

Entre máquinas e equipamentos industriais, principalmente aquelas acionadas por óleos hidráulicos, as bombas hidráulicas convencionais têm se mostrado como grandes consumidoras de energia, dado o seu funcionamento ininterrupto e a falta de componentes tecnológicos necessários para evitar o desperdício.

Os produtos Drausuisse podem te ajudar com isso. Veja abaixo um breve exemplo em que a nossa tecnologia tem ajudado nossos clientes:

Quer fazer parte das indústrias que se preocupam com a eficiência energética, redução de custos e em se manterem competitivas em seus segmentos? Fale conosco: http://drausuisse.com.br/contato/.

 

 

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Como o uso de novas tecnologias pode auxiliar na prevenção de riscos ambientais nas indústrias

Autuações baseadas em decisão do STF têm surpreendido indústrias.

Indústrias têm sido alvo de autuações e cobranças milionárias da Receita Federal, referentes ao adicional da contribuição aos Riscos Ambientais do Trabalho (RAT), pago quando há empregados com direito à aposentadoria especial. Tais eventos são embasados em decisão do Supremo Tribunal Federal, em sede de repercussão geral, onde os Ministros afirmaram que se a empresa fornece equipamento de proteção individual (EPI) eficaz, o empregado não tem direito a se aposentar com menos tempo de serviço. Abriram uma exceção, porém, aos casos de funcionários expostos a ruídos (ARE nº 664.335).

Percebe-se, desta decisão e dos votos individualizados de alguns Ministros, uma preocupação ainda maior no que diz respeito aos ruídos. Inclusive, o próprio Carf já tem tratado a discussão probatória como irrelevante porque o Supremo já decidiu que para a exposição ao ruído não interessa se há ou não o EPI. Em síntese, se tratando de agente ruído, não há o que se falar em elisão da insalubridade pelo uso de EPIs.

A conta é pesada. As empresas pagam o adicional conforme o tempo de aposentadoria a que o seu funcionário tem direito – 15, 20 ou 25 anos. Se o empregado precisar trabalhar só 15 anos, o empregador terá de recolher o percentual máximo de 12%, o que pode totalizar 15% (1%, 2% ou 3% da alíquota básica do RAT mais 12% do adicional) sobre a remuneração daquele funcionário.

Muitas empresas estão no radar. O fisco começou a dar indícios de que usaria a tese para fazer as cobranças em maio do ano passado, por ocasião da divulgação do seu Plano Anual de Fiscalização. O órgão apurou, à época, indícios de irregularidade em mais de 370 empresas e estimou valores de arrecadação em torno de R$ 1 bilhão.

COMO POSSO PROTEGER A MINHA INDÚSTRIA?

Dado o número significativo de indústrias com ruído acima do limite, a preocupação em encontrar soluções se torna extremamente urgente, principalmente em razão do possível impacto financeiro. Neste sentido, o acervo de bombas hidráulicas dentro do parque industrial tem parcela considerável na emissão de ruídos.

Os operadores destas máquinas sabem como ninguém o quão irritante é o ruído emitido pelas bombas hidráulicas convencionais. Portanto, imprescindível é a busca por novas tecnologias que poderão significar uma solução efetiva para este problema.

A tecnologia desenvolvida pela Drausuisse na fabricação de bombas hidráulicas proporciona significativa melhoria do meio ambiente industrial e, neste contexto, representará a solução para que sejam mitigados os riscos ambientais e, por consequência, que sejam evitadas as possíveis autuações, considerando os baixíssimos níveis de ruído dos produtos desenvolvidos.

É imensurável o valor agregado da inovação industrial, mas com a certeza da segurança, do aumento da produtividade e da redução de custos. Você já conhece a tecnologia e os produtos desenvolvidos pela Drausuisse e que podem ajudar a sua indústria a se proteger de riscos ambientais, gerando aumento de produtividade e redução de custos? Saiba mais em: https://drausuisse.com.br/produtos/

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