Unidade hidráulica para máquinas industriais

Descubra como selecionar uma unidade para tornos, centros de usinagem, prensas e máquinas especiais, com tecnologias pneumáticas e híbridas da Drausuisse.
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Unidade hidráulica para máquinas industriais

A unidade hidráulica para máquinas industriais fornece o óleo pressurizado necessário para movimentar cilindros, acionar motores hidráulicos, fixar peças, aplicar força e manter componentes posicionados durante a produção.

Essa solução está presente em tornos, centros de usinagem, prensas, injetoras, calandras, máquinas especiais, células automatizadas e diversos equipamentos da manufatura metalmecânica.

Entretanto, máquinas diferentes não devem receber unidades hidráulicas dimensionadas pela mesma lógica. Um dispositivo de fixação pode movimentar pouco óleo durante alguns segundos e permanecer grande parte do ciclo apenas mantendo a pressão. Uma prensa pode alternar entre aproximação rápida, aplicação de força e retorno. Já uma injetora pode exigir volumes maiores e demandas hidráulicas mais frequentes.

Por isso, escolher uma unidade hidráulica para máquinas industriais exige analisar pressão, vazão, volume de óleo, frequência dos movimentos, tempo de ciclo, estabilidade e infraestrutura disponível na fábrica.

A Drausuisse desenvolve tecnologias pneumáticas, híbridas e conectadas que permitem adequar a geração de potência hidráulica às características reais da máquina. O objetivo é reduzir perdas associadas à hidráulica convencional e tornar o processo mais eficiente, estável e previsível.

Qual é a função da unidade hidráulica em uma máquina industrial?

A unidade hidráulica é responsável por fornecer fluxo de óleo ao circuito da máquina. Quando o fluido encontra a resistência provocada pela carga, desenvolve-se a pressão necessária para executar o trabalho.

Essa potência hidráulica pode ser utilizada para:

  • avançar e retornar cilindros;
  • acionar motores hidráulicos;
  • fixar peças;
  • posicionar ferramentas;
  • fechar moldes;
  • elevar componentes;
  • movimentar mecanismos;
  • prensar ou conformar materiais;
  • manter cargas e dispositivos pressurizados;
  • alimentar mais de uma máquina.

A unidade também reúne componentes responsáveis pelo armazenamento, controle, filtragem e distribuição do óleo.

Em uma configuração convencional, ela pode incluir reservatório, bomba, motor elétrico, válvulas, filtros, blocos, tubulações, mangueiras, instrumentos e sensores.

A composição e o dimensionamento dependem da função exercida pelo sistema hidráulico dentro da máquina.

Como funciona uma unidade hidráulica para máquinas industriais?

Em uma unidade convencional, um motor elétrico aciona a bomba hidráulica. A bomba retira o óleo do reservatório e o direciona para o circuito.

As válvulas controlam o sentido, a pressão e a vazão do fluido. Depois, cilindros e motores hidráulicos transformam essa energia em força ou movimento.

O processo pode ser resumido nas seguintes etapas:

  1. O óleo permanece armazenado no reservatório.
  2. A unidade movimenta o fluido para o circuito.
  3. As válvulas direcionam e regulam o fornecimento.
  4. Os atuadores realizam o movimento ou aplicam a força.
  5. O óleo retorna ao reservatório.
  6. A operação se repete conforme os comandos da máquina.

Embora esse princípio seja comum a diferentes equipamentos, a demanda hidráulica pode variar significativamente durante o ciclo.

Uma prensa pode precisar de alta vazão para aproximar o cilindro e de alta pressão para aplicar a força. Um torno CNC pode consumir óleo apenas para fixar e liberar uma peça. Uma máquina especial pode acionar vários cilindros em uma sequência específica.

A unidade hidráulica para máquinas industriais deve acompanhar essas variações sem comprometer o tempo de ciclo ou manter capacidade desnecessária acionada.

Por que cada máquina precisa de uma unidade hidráulica específica?

A pressão máxima é apenas um dos dados necessários para escolher uma unidade.

Duas máquinas podem trabalhar com a mesma pressão e apresentar necessidades completamente diferentes de vazão, volume e frequência de atuação.

Entre os fatores que diferenciam uma aplicação estão:

  • tamanho e curso dos cilindros;
  • quantidade de atuadores;
  • movimentos simultâneos;
  • velocidade de avanço e retorno;
  • força exigida;
  • duração de cada etapa;
  • quantidade de ciclos por hora;
  • tempo de manutenção da pressão;
  • estabilidade permitida;
  • temperatura do óleo;
  • possibilidade de expansão.

Uma unidade hidráulica para máquinas industriais precisa ser dimensionada para o ciclo real, e não somente para a maior capacidade registrada na documentação do equipamento.

Caso contrário, o sistema pode apresentar consumo excessivo, aquecimento, movimentos instáveis, ruído elevado ou dificuldade para acompanhar a produção.

Pressão, vazão e volume de óleo

Essas três variáveis precisam ser analisadas em conjunto.

Pressão hidráulica

A pressão está relacionada à resistência encontrada pelo óleo e à força que o atuador precisa aplicar.

Em um dispositivo de fixação, ela deve ser suficiente para manter a peça posicionada. Em uma prensa, precisa permitir a montagem ou a conformação do componente.

A unidade deve atender à pressão normal de trabalho, aos picos e às margens de segurança previstas no projeto.

Vazão hidráulica

A vazão representa a quantidade de óleo fornecida em determinado período.

Ela influencia principalmente a velocidade dos movimentos. Quanto maior a vazão destinada a um cilindro, mais rapidamente ele pode avançar ou retornar, considerando suas dimensões e as condições do circuito.

Uma máquina pode exigir vazões diferentes durante aproximação, trabalho e retorno.

Volume de óleo

O volume corresponde à quantidade de fluido necessária para preencher e movimentar os atuadores.

Dispositivos compactos podem utilizar pouco óleo. Injetoras, calandras e equipamentos com cilindros maiores podem exigir volumes significativamente superiores.

Por isso, uma aplicação de alta pressão nem sempre demanda uma unidade de grande volume, enquanto uma máquina de pressão menor pode precisar movimentar uma quantidade elevada de óleo.

O ciclo da máquina deve orientar o dimensionamento

Antes de selecionar uma unidade hidráulica para máquinas industriais, é importante mapear o ciclo completo do equipamento.

Esse levantamento pode identificar momentos como:

  • espera pelo carregamento;
  • avanço do cilindro;
  • aproximação rápida;
  • posicionamento;
  • aplicação da força;
  • manutenção da pressão;
  • retorno;
  • retirada da peça;
  • preparação para o próximo ciclo.

Em algumas máquinas, a movimentação hidráulica ocupa apenas alguns segundos. Durante o restante do tempo, o sistema permanece mantendo uma peça fixada ou uma carga posicionada.

Em outras, existe consumo constante de óleo e atuação simultânea de diferentes componentes.

Essa diferença ajuda a definir se a aplicação possui maior sinergia com uma unidade pneumática sob demanda ou com uma tecnologia híbrida capaz de manter pressão e vazão lineares.

Aplicações da unidade hidráulica em máquinas industriais

A Drausuisse concentra sua atuação na manufatura metalmecânica, com aplicações em metalurgia, usinagem, máquinas especiais, indústria automotiva, injetoras de alumínio, máquinas operatrizes e equipamentos de vulcanização.

Tornos CNC

Tornos CNC utilizam potência hidráulica principalmente em placas, pinças, contrapontos e dispositivos de fixação.

O óleo movimenta o mecanismo até a posição de trabalho e aplica a força necessária para manter a peça estável durante a usinagem.

Depois que a fixação é concluída, o circuito pode permanecer vários minutos sem movimentar um volume significativo de óleo.

Uma unidade hidráulica para máquinas industriais aplicada a tornos deve considerar:

  • pressão de fixação;
  • volume utilizado pela placa ou pelo dispositivo;
  • frequência de abertura e fechamento;
  • tempo de usinagem;
  • estabilidade da pressão;
  • sensibilidade da peça à força aplicada.

Esse perfil apresenta forte sinergia com uma solução que mantenha o circuito pressurizado sem precisar bombear óleo continuamente.

Centros de usinagem

Centros de usinagem utilizam sistemas hidráulicos em morsas, dispositivos, mesas, contrapontos e mecanismos auxiliares.

A unidade precisa movimentar os elementos de fixação, alcançar a pressão especificada e preservar essa condição durante a remoção de material.

Variações na pressão podem afetar o posicionamento e a repetibilidade, especialmente quando a máquina trabalha com tolerâncias reduzidas.

A estabilidade térmica também é relevante. Alterações na temperatura modificam a viscosidade do óleo e podem interferir no comportamento de válvulas, vedações e atuadores.

A Drausuisse apresenta tornos e centros de usinagem CNC entre as principais aplicações de suas tecnologias para geração de potência hidráulica.

Prensas industriais

As prensas utilizam força hidráulica para montar, inserir, comprimir, conformar ou posicionar componentes.

Seu ciclo normalmente envolve diferentes condições:

  • aproximação do cilindro;
  • contato com a peça;
  • aplicação da força;
  • manutenção da pressão;
  • retorno à posição inicial.

A unidade precisa fornecer vazão suficiente para manter a produtividade e pressão compatível com a força exigida.

Também é necessário analisar a frequência das operações. Uma prensa que executa poucos ciclos por hora possui uma demanda diferente de um equipamento integrado a uma linha automatizada.

Prensas de montagem estão entre as máquinas especiais atendidas pelas soluções Drausuisse.

Máquinas especiais

Máquinas especiais são desenvolvidas para operações específicas de montagem, fabricação, movimentação ou teste.

Entre as aplicações apresentadas pela Drausuisse estão equipamentos para montagem de flanges, fechamento de lâminas, elevação, montagem e inflação de pneus, testes hidrostáticos e prensagem.

Esses equipamentos podem possuir sequências hidráulicas próprias, com diferentes pressões, vazões e tempos de atuação.

Antes de selecionar a unidade, é necessário compreender:

  • quantos cilindros serão utilizados;
  • quais movimentos ocorrem simultaneamente;
  • quanto óleo cada atuador movimenta;
  • qual força precisa ser aplicada;
  • por quanto tempo a pressão será mantida;
  • quantos ciclos serão realizados;
  • qual estabilidade o processo exige.

A possibilidade de customização e expansão também deve ser considerada desde o projeto.

Máquinas operatrizes

Máquinas operatrizes podem utilizar potência hidráulica para executar movimentos, fixar componentes, posicionar ferramentas ou alimentar dispositivos auxiliares.

Tornos, fresadoras, retificadoras e equipamentos para processamento de lâminas estão entre as aplicações da tecnologia Drausuisse no setor metalmecânico.

A configuração adequada depende da função desempenhada pelo circuito. Uma unidade destinada somente à fixação possui requisitos diferentes de outra responsável pelo movimento principal da máquina.

Células e linhas automotivas

Fabricantes de veículos e indústrias de autopeças utilizam unidades hidráulicas em células robóticas, dispositivos de fixação, linhas automatizadas e transferidores de peças.

Nesses ambientes, a unidade precisa acompanhar o ritmo produtivo e preservar a repetibilidade entre os ciclos.

Uma falha hidráulica pode interromper não apenas uma máquina, mas também outras estações conectadas à mesma linha.

Por isso, disponibilidade, estabilidade, diagnóstico e monitoramento possuem peso relevante na escolha da solução.

Injetoras

Injetoras podem demandar volumes maiores de óleo e diferentes níveis de pressão durante o processo.

A unidade precisa acompanhar etapas de movimentação, fechamento e atuação sem comprometer a velocidade ou a estabilidade.

Nessas máquinas, o dimensionamento deve considerar:

  • volume deslocado;
  • pressão máxima;
  • vazão necessária;
  • frequência dos ciclos;
  • quantidade de atuadores;
  • simultaneidade;
  • capacidade da infraestrutura pneumática.

Aplicações com maior demanda podem receber uma unidade AirDraulic de estágio duplo ou uma tecnologia híbrida, conforme o comportamento do processo.

Calandras de conformação

As calandras utilizam força para posicionar rolos e conformar materiais.

O circuito hidráulico pode atuar na movimentação, no ajuste e na manutenção da pressão aplicada.

Como essas máquinas podem movimentar volumes maiores de óleo, a escolha da unidade deve analisar a capacidade de fornecimento em cada etapa e a necessidade de estabilidade durante a conformação.

Máquinas para vulcanização

Máquinas de vulcanização podem utilizar uma unidade hidráulica para fechar moldes, comprimir o material e manter a força durante o processamento.

A Drausuisse atende principalmente aplicações destinadas a peças de borracha de pequeno e médio porte.

O tempo de manutenção da pressão pode representar uma oportunidade para utilizar uma geração hidráulica sob demanda, desde que o volume e a frequência sejam compatíveis com a tecnologia.

Quais são os tipos de unidade hidráulica para máquinas industriais?

A configuração pode variar conforme a fonte de acionamento e o perfil do processo.

Unidade hidráulica convencional

A unidade convencional geralmente utiliza um motor elétrico acoplado a uma bomba.

O conjunto movimenta o óleo, enquanto válvulas controlam pressão, vazão e direção.

Essa solução pode atender diferentes máquinas, mas sua eficiência depende do dimensionamento e da forma de controle.

Em determinadas aplicações, o motor permanece ligado durante todo o turno, mesmo quando os atuadores estão parados ou apenas mantendo a pressão.

Essa condição pode favorecer:

  • consumo durante períodos sem movimentação;
  • circulação desnecessária do óleo;
  • aumento da temperatura;
  • necessidade de refrigeração;
  • alteração da viscosidade;
  • maior ruído;
  • desgaste do fluido;
  • redução da vida útil dos componentes.

Unidade hidráulica pneumática

A unidade pneumática utiliza ar comprimido para gerar a potência hidráulica.

A AirDraulic, desenvolvida pela Drausuisse, substitui o conjunto motor-bomba convencional por um gerador de força com acionamento totalmente pneumático.

O circuito permanece pressurizado, estático e pronto para atuar. Novo volume de óleo é fornecido quando os cilindros ou demais atuadores demandam.

Essa lógica possui maior aderência a máquinas que:

  • apresentam movimentos intermitentes;
  • permanecem longos períodos mantendo a pressão;
  • utilizam óleo em momentos específicos;
  • precisam reduzir o aquecimento;
  • buscam diminuir energia e volume de óleo;
  • contam com uma rede de ar comprimido compatível.

A Drausuisse informa que sua tecnologia pode reduzir em até 90% o consumo de energia elétrica da unidade e o volume de óleo instalado, conforme as características da aplicação. A empresa também destaca menor geração de calor, redução do ruído e maior estabilidade do sistema.

Unidade hidráulica híbrida

Nem todas as máquinas possuem uma demanda intermitente.

Algumas aplicações precisam de pressão e vazão constantes ou estão instaladas em fábricas com capacidade limitada de geração de ar comprimido.

Para esses casos, a Drausuisse desenvolveu a FlugDraulic.

A tecnologia combina acionamento pneumático e um conjunto eletromecânico. Sua principal característica é fornecer óleo pressurizado de maneira linear, mantendo pressão e vazão constantes no processo.

A unidade híbrida pode ser indicada quando:

  • a movimentação hidráulica é mais frequente;
  • a aplicação permite mínima variação;
  • a vazão precisa permanecer constante;
  • o ciclo possui alta exigência;
  • a infraestrutura pneumática é limitada;
  • o processo não possui aderência a uma solução exclusivamente pneumática.

Unidade para diagnóstico

Antes de selecionar uma unidade hidráulica para máquinas industriais, é importante verificar como o equipamento realmente utiliza pressão e óleo.

A TickDraulic foi desenvolvida para facilitar esse levantamento.

Sua configuração plug and play permite realizar a sucção diretamente de um reservatório existente, reduzindo a necessidade de grandes alterações iniciais na máquina.

A tecnologia pode ser utilizada para avaliar:

  • pressão em cada etapa;
  • volume de óleo movimentado;
  • duração dos movimentos;
  • frequência das atuações;
  • tempo de manutenção da pressão;
  • comportamento térmico;
  • estabilidade do circuito;
  • aderência à AirDraulic;
  • necessidade de uma configuração híbrida.

Esse diagnóstico aumenta a assertividade da solução definitiva.

Unidade com monitoramento inteligente

A SmartDraulic integra hardware e software para acompanhar a saúde dos sistemas hidráulicos.

A plataforma permite coletar informações presencialmente ou de forma remota e utilizar os dados para:

  • identificar previamente falhas de processo;
  • antecipar falhas do equipamento;
  • acompanhar a produtividade;
  • manter um histórico permanente em nuvem;
  • compilar informações para análises;
  • avaliar o comportamento da máquina ao longo do tempo.

O monitoramento é especialmente relevante para máquinas críticas ou integradas a linhas nas quais uma parada gera impacto em diversas etapas.

AirDraulic AS/LT para tornos e centros de usinagem

As unidades AirDraulic AS/LT utilizam um gerador de força hidráulica de estágio simples.

Elas trabalham em uma faixa de 5 a 260 bar e são indicadas para:

  • dispositivos de fixação;
  • centros de usinagem;
  • centros de torneamento;
  • máquinas operatrizes;
  • aplicações industriais com demandas semelhantes.

Essa configuração possui maior sinergia com máquinas que movimentam volumes menores de óleo e passam parte significativa do ciclo apenas mantendo o circuito pressurizado.

Um torno, por exemplo, pode utilizar a unidade para abrir e fechar a placa. Durante a usinagem, a pressão precisa permanecer estável, mas não existe necessariamente uma demanda contínua de fluxo.

AirDraulic ASH/LTH para máquinas com maior demanda

As unidades AirDraulic ASH/LTH utilizam um gerador de força hidráulica de estágio duplo.

Elas trabalham entre 5 e 290 bar e são direcionadas a aplicações com maior demanda de óleo, como:

  • injetoras de rodas;
  • calandras de conformação;
  • equipamentos de mistura;
  • máquinas com cilindros de maior volume;
  • centrais destinadas a várias máquinas;
  • processos com atuações simultâneas.

As unidades também podem ser utilizadas como centrais de fornecimento de óleo pressurizado.

A construção modular permite integrar expansões conforme a instalação de novas máquinas ou o aumento da demanda industrial.

AirDraulic ou FlugDraulic: qual escolher?

A escolha depende do comportamento da máquina.

Quando utilizar a AirDraulic?

A AirDraulic apresenta maior aderência quando:

  • os movimentos são intermitentes;
  • existe longo período de manutenção da pressão;
  • a máquina utiliza óleo em etapas específicas;
  • a demanda de vazão não é contínua;
  • o processo busca reduzir calor e energia;
  • a rede de ar comprimido possui capacidade adequada.

Quando utilizar a FlugDraulic?

A FlugDraulic pode ser mais adequada quando:

  • pressão e vazão precisam permanecer lineares;
  • a máquina movimenta óleo continuamente;
  • pequenas variações afetam a qualidade;
  • a demanda hidráulica é elevada e frequente;
  • a capacidade da rede pneumática é limitada;
  • o processo exige uma combinação de acionamentos.

A decisão deve partir das medições da aplicação. A tecnologia com maior pressão ou maior capacidade não é necessariamente a opção mais adequada para todas as máquinas.

O que considerar antes de escolher a unidade?

Função do sistema hidráulico

Primeiro, deve-se identificar o que a unidade fará na máquina.

Ela será responsável pela fixação, movimentação, prensagem, elevação, fechamento, conformação ou pelo acionamento principal?

Essa definição ajuda a compreender o perfil da demanda.

Pressão de trabalho

É necessário levantar a pressão normalmente utilizada, os picos e o tempo durante o qual cada condição permanece.

Também devem ser consideradas as margens de segurança e a capacidade dos demais componentes do circuito.

Vazão em cada movimento

A vazão deve acompanhar a velocidade esperada para avanço, atuação e retorno.

Analisar somente a vazão máxima pode esconder períodos nos quais a máquina utiliza muito menos óleo.

Volume deslocado

O diâmetro e o curso dos cilindros determinam quanto óleo será necessário.

Quando vários atuadores trabalham simultaneamente, suas demandas precisam ser somadas.

Frequência dos ciclos

A quantidade de atuações por hora interfere no consumo de óleo, de ar comprimido e na capacidade da unidade.

Máquinas com poucos ciclos podem possuir maior aderência à geração sob demanda.

Tempo de manutenção da pressão

Dispositivos de fixação, prensas e outras máquinas podem permanecer pressurizados sem movimentar os atuadores.

Quanto maior esse período, maior pode ser a oportunidade de evitar o funcionamento contínuo do conjunto motor-bomba.

Simultaneidade

Quando a unidade atende vários cilindros ou máquinas, é preciso saber quais atuações ocorrem ao mesmo tempo.

A simultaneidade pode exigir maior volume, uma configuração de estágio duplo ou uma central modular.

Temperatura do óleo

O histórico térmico ajuda a identificar perdas de energia e problemas de estabilidade.

Superaquecimento frequente, necessidade de trocadores de calor e alterações na viscosidade podem indicar desalinhamento entre a unidade e o processo.

Rede de ar comprimido

Para utilizar uma unidade pneumática, a fábrica precisa oferecer pressão, vazão e qualidade de ar compatíveis.

A análise deve considerar também os demais equipamentos ligados à mesma rede.

Estabilidade necessária

Alguns processos toleram pequenas variações. Outros exigem pressão e vazão lineares para manter a qualidade e a produtividade.

Esse critério ajuda a escolher entre AirDraulic e FlugDraulic.

Possibilidade de expansão

A unidade deve considerar possíveis mudanças futuras, como novos atuadores, aumento do volume ou atendimento a outras máquinas.

Uma configuração modular pode evitar a substituição completa da estrutura quando a fábrica ampliar a operação.

Necessidade de monitoramento

Máquinas críticas podem exigir acompanhamento contínuo da pressão, da produtividade e da saúde dos componentes.

Nesse caso, a SmartDraulic pode complementar a solução com dados locais ou remotos.

Benefícios das tecnologias Drausuisse para máquinas industriais

Uma unidade dimensionada de acordo com a necessidade real da máquina pode proporcionar ganhos em diferentes áreas.

Economia de energia

A geração sob demanda evita manter um conjunto elétrico acionado durante períodos nos quais não existe movimentação hidráulica.

Redução do volume de óleo

A tecnologia AirDraulic pode permitir reservatórios menores e reduzir a quantidade de fluido utilizada para abastecimento, reposição e troca.

Menor geração de calor

A ausência do conjunto motor-bomba em funcionamento contínuo ajuda a evitar o aquecimento constante do óleo.

Estabilidade da temperatura

Manter o fluido próximo à temperatura ambiente contribui para preservar sua viscosidade e o comportamento dos componentes.

Maior vida útil dos componentes

A estabilidade térmica pode ampliar a durabilidade do óleo, das mangueiras e das vedações.

Menor necessidade de refrigeração

Aplicações compatíveis podem reduzir ou eliminar trocadores de calor e equipamentos auxiliares.

Redução do ruído

A substituição do conjunto convencional pode tornar o processo de bombeamento mais silencioso.

Maior previsibilidade

O diagnóstico, o dimensionamento e o monitoramento ajudam a compreender o comportamento da máquina e antecipar possíveis desvios.

Esses benefícios fazem parte da proposta da Drausuisse de oferecer potência hidráulica mais inteligente, previsível e sustentável.

Quando modernizar a unidade de uma máquina?

Alguns sinais podem indicar a necessidade de avaliar a unidade instalada:

  • motor elétrico ligado durante todo o turno;
  • movimentos hidráulicos de curta duração;
  • longos períodos mantendo a pressão;
  • óleo frequentemente superaquecido;
  • trocador de calor funcionando continuamente;
  • consumo energético elevado;
  • grande volume de óleo instalado;
  • ruído excessivo;
  • variações na força ou na velocidade;
  • vazamentos recorrentes;
  • trocas frequentes de filtros;
  • desgaste antecipado de vedações;
  • paradas não programadas;
  • dificuldade para ampliar a máquina;
  • ausência de dados sobre o desempenho.

Esses sintomas não significam, isoladamente, que a unidade deva ser substituída. Eles mostram que pressão, vazão, temperatura, consumo e ciclo precisam ser avaliados.

Como dimensionar uma unidade hidráulica para máquinas industriais?

O levantamento técnico pode responder às seguintes perguntas:

  1. Qual função a hidráulica exerce na máquina?
  2. Qual é a pressão normal de trabalho?
  3. Quais picos ocorrem durante o ciclo?
  4. Qual vazão é necessária em cada movimento?
  5. Quanto óleo cada atuador desloca?
  6. Quantos ciclos são realizados por hora?
  7. Quanto tempo os cilindros permanecem em movimento?
  8. Quanto tempo o circuito apenas mantém a pressão?
  9. Existem atuações simultâneas?
  10. A unidade atenderá uma ou várias máquinas?
  11. Qual é a temperatura do óleo?
  12. Existe sistema de refrigeração?
  13. Qual é a potência do motor atual?
  14. Qual é o consumo energético?
  15. A rede de ar comprimido possui capacidade disponível?
  16. O processo exige pressão e vazão constantes?
  17. Existe previsão de expansão?
  18. A aplicação precisa de monitoramento remoto?

Com essas informações, torna-se possível identificar se a máquina possui maior aderência à AirDraulic AS/LT, à AirDraulic ASH/LTH, à FlugDraulic ou a outra configuração.

Perguntas frequentes sobre unidade hidráulica para máquinas industriais

Quais máquinas utilizam unidade hidráulica?

Tornos, centros de usinagem, prensas, injetoras, calandras, equipamentos de montagem, máquinas especiais, células automatizadas e diferentes máquinas operatrizes podem utilizar unidades hidráulicas.

A mesma unidade pode atender máquinas diferentes?

Sim, desde que pressão, vazão, volume e simultaneidade sejam corretamente dimensionados. As unidades AirDraulic ASH/LTH podem atuar como centrais para demandas maiores ou para mais de uma máquina.

Qual unidade é indicada para tornos CNC?

A escolha depende do dispositivo, da pressão e do volume utilizado. As unidades AirDraulic AS/LT, com faixa de 5 a 260 bar, são direcionadas a dispositivos de fixação, centros de torneamento e centros de usinagem.

Qual unidade pode atender máquinas com maior volume de óleo?

As unidades AirDraulic ASH/LTH possuem estágio duplo, trabalham entre 5 e 290 bar e são destinadas a aplicações com maior demanda de óleo.

Toda máquina pode utilizar uma unidade pneumática?

Não necessariamente. Pressão, vazão, volume, frequência, simultaneidade e capacidade da rede de ar comprimido precisam ser avaliados.

Quando utilizar uma unidade híbrida?

A FlugDraulic é indicada quando o processo exige pressão e vazão lineares ou quando a capacidade de geração de ar comprimido é limitada.

É possível testar a tecnologia antes da implantação?

A TickDraulic permite levantar dados e validar a aplicação utilizando uma configuração plug and play conectada a um reservatório existente.

É possível monitorar a unidade remotamente?

A SmartDraulic reúne hardware e software para coleta presencial ou remota, histórico em nuvem e análise das condições do sistema.

Uma unidade mais potente é sempre melhor?

Não. Uma unidade superdimensionada pode aumentar custos, consumo e complexidade. A melhor solução é aquela alinhada à demanda real da máquina.

Unidade hidráulica alinhada à necessidade da máquina

Selecionar uma unidade hidráulica para máquinas industriais exige compreender como o equipamento utiliza pressão, vazão e volume ao longo de todo o ciclo.

Tornos, centros de usinagem, prensas, máquinas especiais, injetoras e calandras possuem comportamentos diferentes. Por isso, a solução não deve ser definida apenas pela pressão máxima ou pela potência instalada.

A AirDraulic oferece uma alternativa pneumática para máquinas com demandas intermitentes e períodos de manutenção da pressão. As unidades AS/LT atendem aplicações de até 260 bar, enquanto as versões ASH/LTH alcançam 290 bar e suportam maiores volumes ou demandas simultâneas.

Quando a aplicação exige pressão e vazão lineares, a FlugDraulic oferece uma configuração híbrida. A TickDraulic apoia o diagnóstico e a validação, enquanto a SmartDraulic permite acompanhar a saúde do sistema.

Com esse ecossistema, a Drausuisse desenvolve unidades alinhadas à necessidade real das máquinas, com foco em eficiência, estabilidade, produtividade e sustentabilidade.

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