O sistema hidráulico para máquinas industriais utiliza óleo pressurizado para transmitir energia, movimentar componentes, aplicar força e manter cargas ou peças posicionadas durante o processo produtivo.
Essa tecnologia pode ser utilizada em tornos, centros de usinagem, prensas, injetoras, calandras, dispositivos de fixação, células automatizadas e máquinas desenvolvidas para operações específicas.
Embora o princípio de funcionamento seja semelhante, cada máquina apresenta necessidades próprias. Um torno pode movimentar pouco óleo para fixar uma peça e permanecer vários minutos apenas mantendo a pressão. Uma prensa pode alternar entre aproximação rápida, aplicação de força e retorno. Uma injetora pode exigir volumes maiores e diferentes condições durante o ciclo.
Por isso, a configuração de um sistema hidráulico para máquinas industriais não deve considerar somente a pressão máxima. Vazão, volume de óleo, frequência das atuações, estabilidade, simultaneidade, temperatura e infraestrutura da fábrica também precisam ser avaliados.
A Drausuisse desenvolve um ecossistema para atuar em diferentes etapas dessa configuração. A TickDraulic apoia o levantamento dos dados da aplicação, a AirDraulic oferece potência hidráulica pneumática sob demanda, a FlugDraulic atende processos que exigem pressão e vazão lineares e a SmartDraulic acrescenta monitoramento presencial ou remoto.
O que é um sistema hidráulico para máquinas industriais?
Um sistema hidráulico para máquinas industriais é o conjunto de componentes que utiliza óleo para gerar, controlar e transmitir potência dentro de um equipamento produtivo.
Em uma configuração convencional, o sistema pode reunir:
- reservatório;
- motor elétrico;
- bomba hidráulica;
- válvulas;
- filtros;
- blocos hidráulicos;
- mangueiras e tubulações;
- cilindros;
- motores hidráulicos;
- sensores;
- instrumentos;
- sistemas de controle.
O óleo é movimentado pela unidade de geração, controlado pelas válvulas e direcionado aos atuadores. Os cilindros transformam a potência hidráulica em força e movimento linear, enquanto os motores hidráulicos produzem movimento rotativo.
Esses sistemas são utilizados principalmente em aplicações que precisam combinar força, controle, repetibilidade e capacidade de manter uma carga ou posição durante o processo.
Para que serve um sistema hidráulico em uma máquina?
A função depende do projeto do equipamento. O sistema hidráulico pode atuar como fonte principal de movimento ou alimentar apenas funções auxiliares.
Entre as operações mais comuns estão:
- fixação de peças;
- avanço e retorno de cilindros;
- movimentação de mesas;
- posicionamento de ferramentas;
- fechamento de moldes;
- prensagem;
- conformação;
- elevação de componentes;
- travamento de mecanismos;
- acionamento de motores hidráulicos;
- transferência de peças;
- manutenção de cargas sob pressão;
- realização de testes hidrostáticos.
Em um centro de usinagem, por exemplo, o sistema pode alimentar placas, morsas, contrapontos ou dispositivos especiais de fixação.
Em uma prensa, ele pode controlar a aproximação, a aplicação da força e o retorno do cilindro.
Já em uma linha automotiva, pode atuar em dispositivos de fixação, células robóticas e transferidores de peças. Essas aplicações estão entre os segmentos atendidos pelas tecnologias Drausuisse.
Como funciona um sistema hidráulico para máquinas industriais?
O funcionamento começa com o fornecimento de óleo ao circuito.
Em uma unidade convencional, um motor elétrico aciona a bomba. O fluido é retirado do reservatório e direcionado às válvulas, que controlam sua pressão, vazão e direção.
Depois, o óleo chega aos cilindros ou motores hidráulicos, que realizam o trabalho mecânico. Ao final da atuação, o fluido pode retornar ao reservatório ou permanecer bloqueado no circuito.
O ciclo básico pode ser dividido em seis etapas:
- O óleo permanece armazenado no reservatório.
- A unidade movimenta o fluido.
- As válvulas direcionam e regulam o fornecimento.
- O óleo chega aos atuadores.
- Os atuadores executam o movimento ou aplicam a força.
- O fluido retorna ou permanece pressurizado no circuito.
Essa última condição é importante para compreender a configuração do sistema. Diversas máquinas movimentam óleo durante poucos segundos e permanecem grande parte do ciclo somente mantendo a pressão.
Nessas aplicações, não existe necessariamente a necessidade de bombeamento contínuo. Um circuito corretamente configurado pode permanecer pressurizado e estático até que um novo movimento seja solicitado.
Qual é a diferença entre sistema e unidade hidráulica?
A unidade hidráulica é uma parte do sistema.
Sua função principal é armazenar, condicionar e fornecer óleo ao circuito. Em uma configuração convencional, ela costuma reunir reservatório, motor, bomba, válvulas, filtros e instrumentos.
O sistema hidráulico para máquinas industriais é mais amplo. Ele inclui:
- a unidade de geração;
- as válvulas distribuídas pela máquina;
- as tubulações;
- os cilindros;
- os motores hidráulicos;
- os dispositivos de fixação;
- os sensores;
- os comandos;
- a integração com o processo produtivo.
Essa diferença é relevante durante um diagnóstico. Um problema de pressão, aquecimento ou instabilidade pode estar relacionado à unidade, mas também pode ter origem em válvulas, atuadores, restrições, contaminação ou vazamentos.
Pressão, vazão e volume no sistema hidráulico
A configuração correta depende da análise conjunta dessas três variáveis.
Pressão hidráulica
A pressão está relacionada à resistência encontrada pelo óleo e à força que o atuador precisa aplicar.
Em um dispositivo de fixação, ela deve ser suficiente para impedir que a peça se movimente. Em uma prensa, precisa proporcionar a força necessária para montagem ou conformação.
É importante levantar:
- pressão normal de trabalho;
- picos de pressão;
- duração dos picos;
- tempo de manutenção;
- possíveis oscilações;
- margem necessária ao processo.
Vazão hidráulica
A vazão representa a quantidade de óleo fornecida em determinado intervalo.
Ela influencia principalmente a velocidade dos movimentos. Um cilindro que precisa avançar rapidamente demanda mais vazão do que outro que realiza um deslocamento lento.
A mesma máquina pode exigir diferentes vazões durante:
- aproximação;
- posicionamento;
- atuação;
- aplicação da força;
- retorno.
Volume de óleo
O volume corresponde à quantidade de fluido deslocada pelos atuadores.
Ele depende principalmente do diâmetro e do curso dos cilindros, da quantidade de componentes e da existência de movimentos simultâneos.
Duas máquinas que trabalham com a mesma pressão podem exigir sistemas completamente diferentes devido ao volume movimentado e à frequência das atuações.
O ciclo da máquina deve orientar o projeto
O sistema hidráulico para máquinas industriais precisa ser configurado a partir do ciclo completo, e não apenas de seus pontos máximos.
O levantamento deve identificar:
- quando os movimentos começam;
- quanto tempo eles duram;
- qual pressão é utilizada em cada etapa;
- quanto óleo é consumido;
- quanto tempo a pressão permanece mantida;
- quantos ciclos são realizados;
- quais atuadores trabalham simultaneamente;
- quanto tempo a máquina permanece em espera.
Considere um dispositivo de fixação de um centro de usinagem:
- O operador ou robô posiciona a peça.
- O sistema hidráulico fecha o dispositivo.
- A pressão de fixação é alcançada.
- A máquina realiza a usinagem.
- O dispositivo permanece fechado durante todo o processo.
- Ao final, o circuito abre a fixação.
O fornecimento de óleo ocorre principalmente durante o fechamento e a abertura. Durante a usinagem, o sistema precisa manter a pressão, mas não necessariamente movimentar fluido continuamente.
Esse perfil apresenta maior aderência a uma geração hidráulica sob demanda.
Em outra máquina, os cilindros podem realizar movimentos sucessivos durante todo o ciclo. Nesse caso, uma solução destinada a manter pressão e vazão lineares pode ser mais adequada.
Componentes de um sistema hidráulico para máquinas industriais
A composição deve ser definida de acordo com a função, as condições operacionais e o ambiente de instalação.
Óleo hidráulico
O fluido transmite energia, lubrifica componentes e auxilia na vedação.
Para preservar o desempenho, precisa manter condições adequadas de:
- viscosidade;
- limpeza;
- estabilidade térmica;
- resistência à oxidação;
- compatibilidade com vedações;
- proteção contra desgaste.
A temperatura elevada pode alterar a viscosidade e afetar válvulas, cilindros, bombas, mangueiras e vedações.
Reservatório
O reservatório armazena o óleo utilizado pelo circuito.
Seu volume precisa considerar o deslocamento dos atuadores, o preenchimento das tubulações e a tecnologia de geração empregada.
Reservatórios superdimensionados aumentam o espaço ocupado e a quantidade de fluido destinada a abastecimento, filtragem, troca e descarte.
Em aplicações compatíveis, a tecnologia AirDraulic pode reduzir o volume de óleo instalado em até 90%, conforme os dados apresentados pela Drausuisse.
Geração de potência hidráulica
A unidade responsável pela geração fornece o óleo ao circuito.
Ela pode utilizar diferentes formas de acionamento:
- motor elétrico e bomba convencional;
- acionamento pneumático;
- combinação pneumática e eletromecânica;
- configuração modular para várias máquinas.
A escolha depende da demanda da aplicação e da infraestrutura disponível na fábrica.
Válvulas
As válvulas controlam a direção, a pressão e a vazão do óleo.
Elas podem:
- iniciar ou interromper movimentos;
- inverter o sentido dos cilindros;
- limitar a pressão;
- ajustar a velocidade;
- impedir retornos;
- manter um atuador bloqueado;
- controlar sequências;
- proteger os componentes.
A especificação inadequada pode provocar perdas de carga, movimentos instáveis e aquecimento.
Cilindros
Os cilindros transformam a potência hidráulica em força e movimento linear.
São utilizados em operações de:
- fixação;
- avanço;
- retorno;
- elevação;
- fechamento;
- prensagem;
- conformação;
- posicionamento.
A força depende da pressão e da área do pistão. A velocidade está relacionada à vazão e às dimensões internas do componente.
Motores hidráulicos
Os motores hidráulicos transformam a potência do óleo em movimento rotativo.
Eles podem acionar ferramentas, eixos, rolos e mecanismos de movimentação.
A pressão interfere no torque, enquanto a vazão influencia a velocidade de rotação.
Filtros
Os filtros ajudam a controlar os contaminantes presentes no óleo.
Partículas podem causar desgaste, travamento de válvulas, falhas de vedação e perda de eficiência.
Um filtro saturado também cria restrição ao fluxo, aumentando a diferença de pressão e contribuindo para o aquecimento.
Mangueiras e tubulações
Esses componentes conduzem o óleo entre a unidade, as válvulas e os atuadores.
A especificação deve considerar:
- pressão;
- vazão;
- temperatura;
- distância;
- vibração;
- velocidade do fluido;
- ambiente de instalação;
- necessidade de flexibilidade.
Diâmetros inadequados e trajetos excessivos aumentam as perdas do circuito.
Sensores e instrumentos
Manômetros, pressostatos e sensores ajudam a acompanhar as condições do sistema.
Com a integração a ferramentas digitais, os dados podem apoiar:
- identificação de desvios;
- análise de falhas;
- manutenção preventiva;
- comparação entre ciclos;
- acompanhamento da produtividade;
- armazenamento de histórico;
- monitoramento remoto.
A SmartDraulic integra hardware e software para aproximar os sistemas hidráulicos da conectividade da Indústria 4.0.
Sistema hidráulico convencional para máquinas industriais
A configuração convencional utiliza, normalmente, um motor elétrico acoplado a uma bomba hidráulica.
Essa arquitetura pode atender diferentes máquinas, desde que seja corretamente dimensionada e controlada.
Entretanto, em alguns processos, o motor e a bomba permanecem acionados durante todo o período de produção, mesmo quando os atuadores utilizam óleo apenas em momentos específicos.
Essa condição pode contribuir para:
- consumo de energia durante períodos sem movimento;
- circulação desnecessária do óleo;
- geração de calor;
- alteração da viscosidade;
- necessidade de refrigeração;
- maior ruído;
- desgaste do fluido;
- redução da vida útil de componentes;
- aumento dos vazamentos.
Esses efeitos dependem da arquitetura do circuito, do controle adotado e do comportamento da máquina. Não estão presentes na mesma intensidade em todas as unidades convencionais.
Sistema hidráulico pneumático para máquinas industriais
No sistema hidráulico pneumático, o ar comprimido aciona o mecanismo responsável por fornecer o óleo.
O circuito da máquina continua utilizando óleo para transmitir força. O ar é empregado na geração da potência hidráulica.
A AirDraulic é a tecnologia pneumática da Drausuisse. Ela substitui o conjunto motor-bomba convencional e mantém o circuito pressurizado, estático e preparado para atuar.
O fornecimento de novo volume de óleo ocorre quando os cilindros ou outros atuadores apresentam demanda.
Essa configuração possui maior aderência a máquinas que:
- apresentam movimentos intermitentes;
- utilizam óleo somente em determinadas etapas;
- permanecem períodos prolongados mantendo a pressão;
- buscam reduzir a geração de calor;
- precisam de maior estabilidade térmica;
- possuem infraestrutura de ar comprimido compatível.
Segundo a Drausuisse, a tecnologia pode alcançar redução de até 90% do consumo de energia elétrica da unidade e do volume de óleo instalado em aplicações compatíveis.
Sistema hidráulico híbrido para máquinas industriais
Nem todas as aplicações trabalham de forma intermitente.
Alguns equipamentos precisam receber óleo de maneira mais contínua e possuem baixa tolerância a variações de pressão ou vazão.
A FlugDraulic foi desenvolvida para esse perfil.
A tecnologia combina ar comprimido e um conjunto eletromecânico, fornecendo óleo pressurizado de forma linear e mantendo pressão e vazão constantes durante o processo.
A FlugDraulic pode ser considerada quando:
- a demanda hidráulica é contínua;
- a máquina realiza movimentos frequentes;
- pequenas oscilações interferem na qualidade;
- a vazão precisa permanecer constante;
- o processo exige maior regularidade;
- a capacidade de geração de ar comprimido da fábrica é limitada.
A escolha entre AirDraulic e FlugDraulic deve partir das medições da aplicação, e não apenas da preferência por determinado tipo de acionamento.
Sistema hidráulico inteligente para máquinas industriais
Um sistema hidráulico inteligente acrescenta instrumentação, conectividade e análise de dados ao circuito.
A máquina continua utilizando óleo para executar os movimentos, mas as equipes passam a ter maior visibilidade sobre seu comportamento.
A SmartDraulic integra hardware e software para facilitar o monitoramento da saúde dos sistemas hidráulicos.
A tecnologia permite coleta presencial ou remota e oferece recursos para:
- identificação prévia de falhas de processo;
- identificação antecipada de falhas do equipamento;
- gerenciamento da produtividade;
- manutenção de histórico permanente em nuvem;
- compilação de dados para análises e estudos.
Essa camada digital pode ser especialmente importante em máquinas críticas, nas quais uma parada interfere em diferentes etapas da produção.
Sistema hidráulico para usinagem
Tornos e centros de usinagem CNC utilizam sistemas hidráulicos principalmente em placas, morsas, contrapontos e dispositivos de fixação.
A função é movimentar o dispositivo e aplicar força suficiente para manter a peça posicionada durante a retirada de material.
Um sistema hidráulico para usinagem deve considerar:
- pressão de fixação;
- volume utilizado pelo dispositivo;
- tempo de abertura e fechamento;
- frequência das trocas de peças;
- duração da usinagem;
- estabilidade da pressão;
- sensibilidade da peça à força aplicada;
- repetibilidade exigida.
Em muitas aplicações, a fixação ocupa poucos segundos do ciclo. Durante a usinagem, o circuito permanece apenas mantendo a pressão.
Essa condição apresenta sinergia com a AirDraulic, especialmente com as unidades AS/LT, indicadas pela Drausuisse para dispositivos de fixação, centros de usinagem, centros de torneamento e máquinas operatrizes.
Sistema hidráulico para tornos CNC
Nos tornos CNC, a hidráulica pode alimentar:
- placas;
- pinças;
- contrapontos;
- dispositivos especiais;
- mecanismos auxiliares;
- sistemas de travamento.
A estabilidade da fixação é importante para evitar deslocamentos da peça durante a operação.
Ao configurar o sistema, devem ser analisados:
- diâmetro e tipo da placa;
- pressão necessária;
- volume de abertura e fechamento;
- quantidade de ciclos;
- tempo médio de usinagem;
- frequência das trocas;
- comportamento da temperatura;
- capacidade da rede pneumática.
Quando o sistema convencional permanece ligado durante toda a usinagem, mesmo que a demanda de óleo esteja concentrada na abertura e no fechamento, pode existir oportunidade de reduzir o tempo de geração de potência.
Sistema hidráulico para centros de usinagem
Centros de usinagem podem utilizar diferentes dispositivos hidráulicos em uma mesma operação.
Além da pressão, é necessário verificar se os movimentos ocorrem simultaneamente e quanto óleo cada dispositivo consome.
Em aplicações que atendem várias máquinas a partir de uma única central, o dimensionamento também precisa considerar a soma das demandas e os possíveis picos de simultaneidade.
As unidades AirDraulic ASH/LTH podem atuar como centrais de fornecimento de óleo pressurizado para uma demanda maior de máquinas simultâneas.
Sistema hidráulico para metalurgia
Na metalurgia, os sistemas hidráulicos podem ser utilizados em:
- tornos;
- fresadoras;
- retificadoras;
- equipamentos de processamento de lâminas;
- fornos;
- estufas;
- operações de têmpera;
- dispositivos de movimentação;
- mecanismos de elevação;
- sistemas de travamento.
A Drausuisse apresenta essas aplicações entre as frentes atendidas no setor metalmecânico.
Cada equipamento precisa ser analisado conforme sua função hidráulica.
Um torno pode demandar pequenos volumes para fixação. Uma máquina de processamento de lâminas pode utilizar diversos cilindros em sequência. Um forno pode empregar a hidráulica em portas, mesas, sistemas de carga ou mecanismos auxiliares.
Por isso, o projeto deve avaliar o ciclo de cada componente, a simultaneidade, o ambiente térmico e a criticidade do equipamento.
Sistema hidráulico para prensas
Prensas industriais utilizam potência hidráulica para unir, inserir, montar, comprimir ou conformar componentes.
O ciclo pode envolver:
- avanço rápido;
- aproximação da peça;
- aplicação da força;
- manutenção da pressão;
- descompressão;
- retorno do cilindro.
Cada etapa pode exigir uma combinação diferente de pressão e vazão.
Uma unidade dimensionada apenas para a maior pressão pode não fornecer a velocidade necessária na aproximação. Por outro lado, uma unidade definida somente pela vazão máxima pode manter capacidade excessiva acionada nas etapas de baixa demanda.
A frequência dos ciclos também interfere na escolha entre geração pneumática sob demanda e fornecimento híbrido linear.
As prensas de montagem estão entre as aplicações de máquinas especiais atendidas pelas tecnologias Drausuisse.
Sistema hidráulico para máquinas especiais
Máquinas especiais são desenvolvidas para tarefas específicas de montagem, teste, processamento ou movimentação.
Entre as aplicações apresentadas pela Drausuisse estão:
- montadores de flange;
- equipamentos para fechamento de lâminas;
- elevadores;
- máquinas para montagem e inflação de pneus;
- equipamentos de testes hidrostáticos;
- prensas de montagem.
Nesses projetos, o sistema hidráulico deve ser configurado junto às demais funções da máquina.
O levantamento precisa responder:
- quantos cilindros serão instalados;
- qual força cada um aplicará;
- quais movimentos ocorrem ao mesmo tempo;
- qual é a sequência operacional;
- quanto óleo será consumido;
- quantos ciclos serão realizados;
- por quanto tempo a pressão será mantida;
- qual estabilidade o processo exige;
- como a máquina será monitorada;
- se haverá expansão futura.
A modularidade pode ser relevante quando existe previsão de novos atuadores ou aumento da capacidade produtiva.
Sistema hidráulico para a indústria automotiva
Fabricantes de veículos e indústrias de autopeças utilizam sistemas hidráulicos em:
- células robóticas;
- dispositivos de fixação;
- linhas automatizadas;
- transferidores de peças;
- máquinas de usinagem;
- equipamentos de montagem;
- testes;
- prensas;
- máquinas especiais.
Essas aplicações precisam acompanhar o ritmo da produção com estabilidade e repetibilidade. Uma falha em uma estação pode comprometer outras máquinas conectadas à linha.
Por isso, o projeto deve considerar não somente a capacidade hidráulica, mas também:
- disponibilidade;
- facilidade de diagnóstico;
- influência da temperatura;
- tempo de resposta;
- integração com a automação;
- impacto do downtime;
- possibilidade de monitoramento remoto.
A página de experiências da Drausuisse apresenta aplicações automotivas nas quais a AirDraulic foi utilizada para reduzir temperaturas elevadas, instabilidade, consumo de energia e paradas. Na planta da Dana em Jundiaí, a empresa informa 50 unidades instaladas, economia de energia de 80%, eliminação de paradas não programadas e ganho geral de performance de 74% nas aplicações avaliadas.
Sistema hidráulico para injetoras de alumínio
Injetoras podem apresentar maior demanda de óleo e diferentes condições durante o ciclo.
O sistema precisa acompanhar:
- movimentações iniciais;
- fechamento;
- atuação;
- manutenção da condição;
- retorno;
- preparação para o ciclo seguinte.
O volume dos cilindros, a frequência e a simultaneidade influenciam diretamente o dimensionamento.
Para aplicações de maior volume, a Drausuisse oferece as unidades AirDraulic ASH/LTH, de estágio duplo, com faixa de 5 a 290 bar. A empresa cita injetoras de rodas e calandras entre as aplicações dessa linha.
Sistema hidráulico para calandras
Calandras de conformação utilizam força para posicionar rolos e processar materiais.
O sistema pode atuar no ajuste, na movimentação e na manutenção da pressão aplicada.
Como essas máquinas podem movimentar maior volume de óleo, é necessário avaliar:
- dimensões dos cilindros;
- velocidade de ajuste;
- pressão de conformação;
- frequência dos movimentos;
- estabilidade necessária;
- quantidade de pontos atendidos;
- simultaneidade.
Dependendo do comportamento do processo, a configuração pode utilizar uma AirDraulic de estágio duplo ou a FlugDraulic para entrega mais linear.
Sistema hidráulico para máquinas operatrizes
Máquinas operatrizes podem empregar a hidráulica em funções principais ou auxiliares.
O sistema pode alimentar:
- fixação;
- avanço;
- posicionamento;
- travamento;
- movimentação de mesas;
- mecanismos de troca;
- ferramentas;
- acionamentos rotativos.
A Drausuisse informa atender diversos tipos de máquinas operatrizes acionadas hidraulicamente. As unidades AS/LT também são direcionadas a esse tipo de aplicação.
A configuração deve separar as demandas de cada função. Um circuito de fixação, por exemplo, pode ter comportamento intermitente, enquanto outro mecanismo da mesma máquina pode trabalhar continuamente.
Sistema hidráulico para vulcanização
Máquinas de vulcanização podem utilizar a hidráulica para:
- fechar moldes;
- comprimir o material;
- manter a força;
- liberar as peças;
- movimentar mecanismos auxiliares.
A Drausuisse atende principalmente máquinas voltadas a peças de borracha de pequeno e médio porte.
O tempo de manutenção da pressão pode favorecer uma solução sob demanda, desde que o volume, a frequência e a infraestrutura pneumática sejam compatíveis.
AirDraulic AS/LT para máquinas de menor demanda de óleo
As unidades AirDraulic AS/LT possuem um gerador de força hidráulica de estágio simples.
Elas trabalham em uma faixa de 5 a 260 bar e são indicadas para:
- dispositivos de fixação;
- centros de usinagem;
- centros de torneamento;
- máquinas operatrizes;
- aplicações com comportamento semelhante.
Essa configuração possui maior aderência a sistemas que movimentam volumes menores e passam parte significativa do ciclo apenas mantendo a pressão.
Depois que a condição definida é alcançada, o circuito permanece estático e preparado para atuar. A unidade volta a fornecer óleo quando ocorre novo movimento ou necessidade de compensação.
AirDraulic ASH/LTH para maior volume e simultaneidade
As unidades AirDraulic ASH/LTH utilizam um gerador de força hidráulica de estágio duplo.
Elas trabalham entre 5 e 290 bar e atendem aplicações como:
- injetoras de rodas;
- equipamentos de mistura;
- calandras de conformação;
- máquinas com cilindros maiores;
- processos com maior volume de óleo;
- centrais destinadas a várias máquinas;
- demandas simultâneas.
A construção modular facilita a integração de expansões conforme o aumento da demanda ou a instalação de novos equipamentos.
A configuração de estágio duplo não deve ser escolhida somente por alcançar maior pressão. O volume movimentado, a frequência e a simultaneidade são fatores igualmente importantes.
Quando utilizar a AirDraulic?
A tecnologia apresenta maior aderência quando a máquina:
- possui movimentos intermitentes;
- demanda óleo em períodos curtos;
- permanece longos intervalos mantendo a pressão;
- utiliza uma unidade convencional continuamente acionada;
- apresenta aquecimento recorrente;
- busca reduzir o volume de óleo;
- possui capacidade adequada de ar comprimido;
- precisa de maior estabilidade térmica.
A AirDraulic mantém o circuito pressurizado e fornece óleo quando existe demanda. Essa lógica reduz o funcionamento sem trabalho hidráulico proporcional.
Quando utilizar a FlugDraulic?
A FlugDraulic pode ser mais adequada quando:
- a demanda hidráulica é contínua;
- a máquina realiza movimentos frequentes;
- pressão e vazão precisam permanecer lineares;
- pequenas oscilações afetam o processo;
- a vazão precisa ser constante;
- a capacidade da rede de ar comprimido é limitada.
A tecnologia híbrida combina ar comprimido e um conjunto eletromecânico, permitindo uma entrega contínua e controlada.
A melhor escolha não é necessariamente a tecnologia de maior capacidade. É a configuração que acompanha o comportamento real da máquina com menor desperdício e maior estabilidade.
TickDraulic para diagnosticar a máquina
Antes de definir o sistema hidráulico para máquinas industriais, é necessário compreender como o equipamento utiliza óleo durante o ciclo.
Dados nominais mostram os limites do sistema, mas não necessariamente revelam:
- quanto óleo é utilizado em cada movimento;
- quanto tempo dura a atuação;
- por quanto tempo a pressão é mantida;
- quais demandas ocorrem simultaneamente;
- como a temperatura varia;
- qual é a capacidade realmente necessária.
A TickDraulic foi desenvolvida para otimizar esse levantamento e aumentar a assertividade da solução definitiva.
Sua configuração plug and play realiza a sucção diretamente de um reservatório existente, reduzindo a necessidade de grandes alterações durante o diagnóstico.
O levantamento pode ajudar a identificar:
- pressão de trabalho;
- picos de pressão;
- vazão necessária;
- volume movimentado;
- frequência dos ciclos;
- períodos de espera;
- tempo de manutenção da pressão;
- comportamento térmico;
- aderência à AirDraulic;
- necessidade da FlugDraulic;
- configuração de estágio simples ou duplo.
SmartDraulic para monitoramento da máquina
Depois da implantação, as condições do sistema podem mudar devido ao desgaste, à manutenção, aos ajustes e às alterações na produção.
A SmartDraulic acrescenta monitoramento e histórico ao sistema hidráulico para máquinas industriais.
A plataforma integra hardware e software para coletar informações presencialmente ou de forma remota.
Entre os benefícios apresentados pela Drausuisse estão:
- identificação prévia de falhas de processo;
- identificação antecipada de falhas do equipamento;
- gerenciamento da produtividade;
- histórico permanente em nuvem;
- compilação de dados para análises e estudos.
O monitoramento pode ajudar a comparar ciclos, investigar variações e verificar se os resultados obtidos com a modernização permanecem ao longo da operação.
Como configurar um sistema hidráulico para máquinas industriais?
A configuração pode seguir uma sequência de levantamento, análise e validação.
Defina a função hidráulica
Primeiro, é necessário identificar o trabalho realizado pelo sistema.
A hidráulica será utilizada para:
- fixação;
- movimentação;
- prensagem;
- fechamento;
- elevação;
- posicionamento;
- conformação;
- acionamento rotativo;
- manutenção de carga?
Essa definição orienta as demais etapas.
Levante a pressão de trabalho
Devem ser identificados:
- valor normal;
- pressão máxima;
- duração dos picos;
- estabilidade necessária;
- tempo de manutenção;
- capacidade dos componentes.
A unidade não deve ser selecionada apenas pelo maior valor registrado.
Calcule a vazão
A vazão precisa acompanhar a velocidade desejada para cada movimento.
É importante separar as demandas de avanço, atuação e retorno.
Determine o volume de óleo
O diâmetro e o curso dos cilindros ajudam a calcular o volume movimentado.
Quando vários atuadores trabalham simultaneamente, as demandas precisam ser somadas.
Analise a frequência
A quantidade de ciclos por hora influencia a capacidade da unidade e o consumo de ar ou energia.
Uma máquina que atua poucas vezes por hora possui um comportamento diferente de outra que realiza movimentos sucessivos.
Meça o tempo de manutenção da pressão
Quanto tempo o circuito permanece pressurizado sem movimentação?
Essa informação ajuda a avaliar o potencial de uma solução sob demanda.
Verifique a simultaneidade
Quando vários cilindros ou máquinas trabalham ao mesmo tempo, a unidade precisa atender à demanda combinada.
Analise a temperatura
O histórico térmico pode revelar perdas, instabilidade e necessidade de refrigeração.
O aquecimento recorrente também pode indicar desalinhamento entre a unidade e o ciclo.
Avalie a rede de ar comprimido
A implantação da AirDraulic depende de pressão, vazão, qualidade e disponibilidade de ar.
A análise deve considerar os outros equipamentos ligados à mesma rede.
Determine a estabilidade exigida
Processos com baixa tolerância a oscilações podem demandar a FlugDraulic.
Planeje expansões
A configuração deve considerar possíveis novos atuadores, aumento da produção ou atendimento a outras máquinas.
Defina o nível de monitoramento
Máquinas críticas podem se beneficiar da SmartDraulic para acompanhar falhas, produtividade e comportamento ao longo do tempo.
Benefícios das tecnologias Drausuisse
Quando existe aderência entre a solução e a aplicação, o ecossistema pode contribuir para diferentes resultados.
Redução do consumo de energia
A AirDraulic atua conforme a demanda e evita manter um conjunto motor-bomba convencional em funcionamento contínuo durante períodos sem consumo de óleo.
A redução pode chegar a 90% do consumo elétrico da unidade em aplicações compatíveis, segundo a Drausuisse.
Menor volume de óleo
O volume instalado também pode ser reduzido em até 90%, conforme o circuito e os atuadores.
Isso pode diminuir custos relacionados a:
- abastecimento;
- reposição;
- filtragem;
- troca;
- armazenamento;
- descarte;
- vazamentos.
Estabilidade térmica
A AirDraulic não atua como uma fonte contínua de calor e contribui para manter o óleo próximo à temperatura ambiente.
Essa estabilidade ajuda a preservar a viscosidade e o comportamento dos componentes.
Maior vida útil
A temperatura mais estável pode contribuir para preservar:
- óleo;
- mangueiras;
- vedações;
- válvulas;
- cilindros.
A Drausuisse relaciona a estabilidade térmica ao aumento da vida útil do fluido e dos componentes.
Menor necessidade de refrigeração
Em aplicações compatíveis, a redução da geração de calor pode permitir diminuir ou eliminar trocadores de calor e equipamentos auxiliares.
Menor ruído de bombeamento
A tecnologia pneumática foi desenvolvida para tornar o processo de geração hidráulica mais silencioso.
Diagnóstico mais assertivo
A TickDraulic permite medir o processo antes da escolha da solução definitiva.
Maior previsibilidade
A SmartDraulic preserva o histórico e ajuda a identificar alterações de processo ou equipamento.
Configuração adequada à demanda
AirDraulic e FlugDraulic atendem comportamentos diferentes, permitindo selecionar a tecnologia conforme o perfil da máquina.
Sinais de que o sistema precisa ser modernizado
Algumas condições podem indicar a necessidade de diagnóstico:
- motor-bomba ligado durante todo o turno;
- movimentos hidráulicos curtos;
- longos períodos mantendo a pressão;
- óleo frequentemente superaquecido;
- trocador de calor funcionando continuamente;
- consumo energético elevado;
- grande volume de óleo;
- ruído constante;
- variações na força;
- movimentos irregulares;
- vazamentos recorrentes;
- desgaste antecipado de vedações;
- trocas frequentes de filtros;
- paradas não programadas;
- necessidade recorrente de ajustes;
- dificuldade para atender várias máquinas;
- ausência de dados sobre o processo.
Esses sinais não significam que todo o sistema precise ser substituído. Eles mostram que pressão, vazão, volume, temperatura, ciclo e infraestrutura devem ser avaliados.
Perguntas para avaliar o sistema instalado
O diagnóstico pode responder:
- Qual função a hidráulica exerce na máquina?
- Qual é a pressão normal de trabalho?
- Quais picos ocorrem durante o ciclo?
- Por quanto tempo esses picos permanecem?
- Qual vazão é necessária em cada etapa?
- Quanto óleo os cilindros movimentam?
- Quantos ciclos são realizados por hora?
- Quanto tempo existe movimentação efetiva?
- Quanto tempo o circuito apenas mantém a pressão?
- Existem movimentos simultâneos?
- A unidade atende uma ou várias máquinas?
- Qual é a temperatura do óleo?
- Existe sistema de refrigeração?
- Qual é a potência do motor atual?
- Qual é o consumo energético?
- Qual é o volume de óleo instalado?
- Existem vazamentos?
- A rede de ar comprimido possui capacidade disponível?
- O processo exige pressão e vazão lineares?
- Existe previsão de expansão?
- A máquina precisa de monitoramento remoto?
- Quais impactos uma parada provoca na produção?
As respostas ajudam a definir a arquitetura e a tecnologia mais adequadas.
Perguntas frequentes sobre sistema hidráulico para máquinas industriais
Quais máquinas utilizam sistemas hidráulicos?
Tornos, centros de usinagem, prensas, injetoras, calandras, dispositivos de fixação, máquinas especiais, células automatizadas e máquinas operatrizes podem utilizar sistemas hidráulicos.
Qual é a diferença entre sistema hidráulico e unidade hidráulica?
A unidade fornece e condiciona o óleo. O sistema inclui também válvulas, tubulações, cilindros, motores, sensores e controles instalados na máquina.
A mesma unidade pode atender várias máquinas?
Sim, desde que pressão, volume, vazão e simultaneidade sejam dimensionados. As unidades AirDraulic ASH/LTH podem atuar como centrais de fornecimento de óleo pressurizado para demandas simultâneas.
Qual tecnologia é indicada para centros de usinagem?
As unidades AirDraulic AS/LT trabalham de 5 a 260 bar e são direcionadas a dispositivos de fixação, centros de usinagem, centros de torneamento e máquinas operatrizes.
Qual solução atende máquinas com maior volume de óleo?
As unidades ASH/LTH possuem estágio duplo, trabalham entre 5 e 290 bar e atendem aplicações com maior demanda de óleo.
Toda máquina pode utilizar a AirDraulic?
Não necessariamente. Pressão, vazão, volume, frequência, simultaneidade e capacidade da rede de ar comprimido precisam ser avaliados.
Quando utilizar a FlugDraulic?
A FlugDraulic pode ser indicada quando o processo exige pressão e vazão lineares ou quando a capacidade de geração de ar comprimido é limitada.
Como levantar a demanda real da máquina?
A TickDraulic possui configuração plug and play e foi desenvolvida para otimizar o levantamento de dados antes da aplicação definitiva.
É possível monitorar o sistema remotamente?
A SmartDraulic permite coleta presencial ou remota, histórico permanente em nuvem e compilação de dados para análises.
Como reduzir o aquecimento do óleo?
É necessário identificar a origem do calor, que pode estar relacionada ao bombeamento contínuo, vazão excedente, restrições ou perdas internas. A AirDraulic evita atuar como uma fonte contínua de aquecimento em aplicações compatíveis.
Um sistema mais potente é sempre melhor?
Não. O superdimensionamento pode aumentar consumo, volume de óleo e complexidade sem melhorar a produtividade. A configuração precisa acompanhar a demanda real da máquina.
Sistema hidráulico configurado para cada máquina
Um sistema hidráulico para máquinas industriais precisa fornecer força, velocidade e estabilidade conforme o comportamento real do equipamento.
Tornos, centros de usinagem, prensas, injetoras, calandras e máquinas especiais apresentam necessidades diferentes. Por isso, a configuração não deve se limitar à pressão máxima ou à potência do conjunto instalado.
A TickDraulic permite levantar os dados do processo antes da aplicação definitiva.
Para máquinas com movimentos intermitentes e longos períodos de manutenção da pressão, a AirDraulic oferece geração pneumática sob demanda. As unidades AS/LT atendem dispositivos de fixação, centros de usinagem e máquinas operatrizes, enquanto as ASH/LTH são direcionadas a maiores volumes e demandas simultâneas.
Quando o processo precisa de pressão e vazão lineares, a FlugDraulic oferece uma configuração híbrida. A SmartDraulic complementa o ecossistema com monitoramento, histórico em nuvem e recursos para análise da produtividade e das condições do equipamento.
Com essas tecnologias, a Drausuisse configura sistemas hidráulicos alinhados às necessidades de usinagem, metalurgia, indústria automotiva e máquinas especiais, com foco em eficiência, estabilidade, produtividade e sustentabilidade.
Converse com a Drausuisse e descubra qual configuração atende ao sistema hidráulico da sua máquina industrial.