As bombas hidráulicas para a indústria automotiva estão presentes em processos que exigem força controlada, repetibilidade e disponibilidade para acompanhar o ritmo das linhas de produção.
Fabricantes de veículos e empresas de autopeças utilizam sistemas hidráulicos em células robóticas, dispositivos de fixação, centros de usinagem, máquinas de montagem, linhas automatizadas e equipamentos responsáveis pela movimentação de componentes.
Nessas aplicações, o sistema precisa fazer mais do que alcançar a pressão especificada. Também deve preservar a estabilidade do óleo, responder corretamente às diferentes etapas do ciclo e reduzir o risco de falhas que possam interromper a produção.
O superaquecimento do fluido, o consumo contínuo de energia e as variações de desempenho podem causar ajustes frequentes, desgaste dos componentes e paradas não programadas.
A Drausuisse desenvolve soluções de geração de potência hidráulica voltadas justamente a esses desafios. Sua tecnologia substitui o conjunto motor-bomba convencional por unidades que fornecem óleo conforme a demanda da máquina, com foco em estabilidade, eficiência energética e produtividade.
Qual é a função das bombas hidráulicas na indústria automotiva?
A função da bomba hidráulica é movimentar o óleo pelo circuito da máquina. Quando esse fluxo encontra a resistência da carga, desenvolve-se a pressão necessária para que cilindros e outros atuadores realizem o trabalho.
Em uma fábrica automotiva, a potência hidráulica pode ser empregada para:
- fixar componentes durante a usinagem;
- avançar ou retornar ferramentas;
- posicionar peças;
- acionar mecanismos de montagem;
- movimentar dispositivos;
- transferir componentes entre estações;
- manter peças travadas durante uma operação;
- aplicar força em processos de prensagem;
- alimentar máquinas operatrizes;
- acionar motores hidráulicos.
O desempenho não depende somente da bomba. O circuito também integra válvulas, cilindros, filtros, sensores, mangueiras, tubulações e dispositivos de controle.
A interação entre esses componentes determina a força disponível, a velocidade dos movimentos e a repetibilidade da aplicação.
Por que a indústria automotiva exige estabilidade hidráulica?
A produção automotiva reúne processos interligados. A operação de uma máquina pode determinar o ritmo de toda a etapa seguinte.
Quando um dispositivo de fixação não mantém a pressão adequada, uma peça pode perder sua referência durante a usinagem. Quando a temperatura do óleo varia excessivamente, a viscosidade muda e o comportamento dos componentes pode se tornar menos previsível.
Problemas aparentemente restritos a uma unidade hidráulica podem provocar consequências como:
- interrupção de uma célula;
- necessidade de reajustes;
- perda de tempo de ciclo;
- quebra de ferramentas;
- retrabalho;
- redução da disponibilidade da máquina;
- paradas não programadas;
- aumento dos custos de manutenção.
Por isso, a escolha de bombas hidráulicas para indústria automotiva precisa considerar a estabilidade ao longo do ciclo, e não apenas a pressão máxima que o equipamento consegue alcançar.
Onde as bombas hidráulicas para indústria automotiva são aplicadas?
A Drausuisse atende fabricantes de veículos e empresas de autopeças em aplicações como células robóticas, dispositivos de fixação, linhas automatizadas e transferidores de peças. Sua tecnologia também possui sinergia com tornos, centros de usinagem CNC e diferentes máquinas operatrizes acionadas hidraulicamente.
Células robóticas
As células robóticas podem utilizar sistemas hidráulicos em dispositivos auxiliares responsáveis por posicionar, fixar ou movimentar componentes.
O circuito precisa responder no tempo correto para não comprometer a sequência programada do robô. Atrasos, oscilações ou falhas em um dispositivo podem interferir no funcionamento de toda a célula.
Quando existe sincronização entre vários equipamentos, a estabilidade da pressão e do tempo de atuação torna-se especialmente importante.
Dispositivos de fixação
Dispositivos hidráulicos mantêm peças corretamente posicionadas durante operações de usinagem, montagem, medição ou inspeção.
O óleo é fornecido para movimentar o dispositivo até a posição de trabalho e aplicar a força de fixação. Depois disso, o sistema pode permanecer por um período considerável apenas mantendo a pressão.
Esse perfil apresenta forte sinergia com soluções de geração hidráulica sob demanda. Em vez de manter uma bomba convencional em funcionamento durante todo o processo, a unidade pode conservar o circuito pressurizado e voltar a fornecer óleo quando houver uma nova movimentação.
Linhas automatizadas
Nas linhas automatizadas, cada equipamento precisa cumprir sua função dentro do tempo previsto.
Sistemas hidráulicos podem atuar em mecanismos de elevação, prensagem, posicionamento, travamento e transferência. Uma falha em qualquer uma dessas operações pode interromper o fluxo produtivo.
Por isso, bombas hidráulicas para indústria automotiva devem ser dimensionadas considerando tempo de ciclo, frequência de atuação, simultaneidade e disponibilidade exigida pela linha.
Transferidores de peças
Transferidores movimentam componentes entre máquinas, estações ou etapas de montagem.
A hidráulica pode fornecer a força necessária para elevar, deslocar, posicionar ou travar as peças durante essa movimentação.
A entrega de pressão e vazão precisa acompanhar o ritmo da linha sem provocar movimentos irregulares ou atrasos.
Tornos e centros de usinagem
A fabricação de componentes automotivos utiliza tornos e centros de usinagem para produzir peças com tolerâncias controladas.
Nessas máquinas, a hidráulica pode atuar em placas, morsas, contrapontos, dispositivos de fixação e mecanismos auxiliares.
A estabilidade da força aplicada ajuda a manter a peça posicionada durante a remoção de material. Também contribui para reduzir variações entre ciclos e evitar ajustes frequentes.
Prensas e equipamentos de montagem
Prensas são utilizadas para inserir, unir, conformar ou posicionar componentes.
O ciclo pode incluir aproximação rápida, aplicação da força, manutenção da pressão e retorno. Cada etapa apresenta necessidades diferentes de vazão e pressão.
O dimensionamento precisa acompanhar esse comportamento para evitar desperdícios e preservar a produtividade.
Furadeiras acionadas por motor hidráulico
Em determinadas aplicações automotivas, motores hidráulicos acionam ferramentas responsáveis por operações de furação.
A temperatura e a condição do óleo influenciam o funcionamento do motor, a estabilidade do processo e a preservação dos componentes internos.
Um caso da Dana em Gravataí demonstrou como o superaquecimento em uma furadeira acionada por motor hidráulico afetava a produção e contribuía para a quebra de ferramentas.
Brochadeiras
A brochadeira remove material por meio de uma ferramenta com dentes progressivos e pode ser utilizada na fabricação de componentes com perfis específicos.
Por ser uma operação diretamente associada à qualidade e à continuidade da produção, a estabilidade do sistema hidráulico possui papel decisivo.
Na planta da Dana em Gravataí, uma brochadeira apresentava temperaturas elevadas, instabilidade e paradas recorrentes para ajustes antes da implantação da AirDraulic.
O que considerar ao escolher bombas hidráulicas para indústria automotiva?
A escolha deve partir do comportamento real da máquina e das exigências do processo.
Pressão de trabalho
A solução precisa atingir a pressão necessária para movimentar ou fixar os componentes.
Também é importante identificar a pressão normal, os picos do ciclo e o tempo durante o qual o circuito permanece pressurizado.
Vazão necessária
A vazão determina a velocidade dos movimentos hidráulicos.
Uma máquina pode precisar de maior vazão durante o avanço e de menor fornecimento de óleo quando alcança a posição de trabalho.
Volume de óleo movimentado
Dispositivos compactos de fixação podem demandar pouco óleo. Máquinas maiores, centrais ou aplicações simultâneas apresentam necessidades diferentes.
Duas operações com a mesma pressão podem exigir unidades distintas devido ao volume movimentado.
Frequência de atuação
A quantidade de ciclos por hora influencia o dimensionamento e a tecnologia de geração hidráulica.
Aplicações intermitentes possuem um perfil diferente de equipamentos que movimentam óleo continuamente.
Manutenção da pressão
Muitas máquinas automotivas movimentam o atuador durante poucos segundos e permanecem grande parte do processo apenas mantendo uma peça fixa.
Esse intervalo precisa ser considerado porque pode representar uma oportunidade significativa de economia de energia.
Temperatura do óleo
O superaquecimento altera a viscosidade e pode prejudicar vedações, mangueiras, válvulas e componentes internos.
Também pode aumentar a necessidade de refrigeração e provocar instabilidade na operação.
Tempo de ciclo
A geração hidráulica precisa responder no ritmo exigido pela máquina.
Uma solução eficiente não pode comprometer a velocidade dos movimentos nem criar gargalos na linha.
Disponibilidade da máquina
Em linhas automotivas, uma parada pode afetar equipamentos anteriores e posteriores.
Por isso, a confiabilidade e a facilidade de monitoramento possuem peso relevante na definição da solução.
Problemas da hidráulica convencional na indústria automotiva
Em unidades convencionais, um motor elétrico aciona a bomba para movimentar o óleo pelo circuito.
Dependendo da configuração, esse conjunto pode permanecer em funcionamento mesmo quando os atuadores estão parados ou apenas mantendo uma peça fixada.
A operação contínua pode contribuir para o consumo de energia sem trabalho proporcional, além de favorecer a geração de calor.
Entre os problemas associados a uma configuração inadequada estão:
- superaquecimento do óleo;
- alteração da viscosidade;
- instabilidade do processo;
- desgaste antecipado dos componentes;
- necessidade de trocadores de calor;
- aumento do ruído;
- consumo elevado de energia;
- maior demanda por filtros;
- vazamentos;
- paradas para ajustes;
- redução da vida útil das ferramentas.
Esses desafios ficaram evidentes nas aplicações da Dana em Gravataí, onde a temperatura elevada interferia tanto na furadeira quanto na brochadeira.
AirDraulic como alternativa ao conjunto motor-bomba
A AirDraulic é uma unidade hidráulica com acionamento totalmente pneumático.
A tecnologia substitui o conjunto formado por motor elétrico e bomba nas unidades convencionais. O circuito permanece pressurizado, estático e pronto para atuar, enquanto o óleo é fornecido conforme a demanda dos atuadores.
Essa lógica pode reduzir o funcionamento desnecessário durante períodos em que a máquina não está movimentando seus componentes.
Segundo a Drausuisse, a tecnologia pode alcançar redução de até 90% no consumo de energia elétrica e no volume de óleo instalado. Como não atua como uma fonte contínua de calor, também contribui para estabilizar a temperatura e preservar a viscosidade do fluido.
Entre os benefícios associados à tecnologia estão:
- menor consumo de energia;
- redução do volume de óleo;
- estabilidade da temperatura;
- menor necessidade de refrigeração;
- redução do ruído;
- aumento da vida útil do óleo;
- preservação de mangueiras e vedações;
- redução de vazamentos;
- maior previsibilidade do processo.
AirDraulic AS/LT para dispositivos e máquinas automotivas
As unidades AirDraulic AS/LT utilizam um gerador de força hidráulica de estágio simples.
Elas trabalham em uma faixa de 5 a 260 bar e possuem aplicação em dispositivos de fixação, centros de usinagem, centros de torneamento, máquinas operatrizes e equipamentos com demandas semelhantes.
Na indústria automotiva, essa configuração pode atender máquinas que utilizam pressão para posicionar ou fixar componentes e apresentam períodos nos quais o circuito permanece estático.
A unidade fornece óleo quando existe atuação, mas não precisa manter um conjunto motor-bomba em funcionamento contínuo apenas para conservar a pressão.
AirDraulic ASH/LTH para maiores demandas
As unidades AirDraulic ASH/LTH possuem um gerador de força hidráulica de estágio duplo.
Sua faixa vai de 5 a 290 bar, com aplicação em equipamentos que demandam maior volume de óleo. A configuração também pode atuar como central de fornecimento de óleo pressurizado para várias máquinas simultaneamente.
Essa possibilidade pode ser avaliada em plantas automotivas que possuem mais de uma aplicação hidráulica próxima ou que planejam expandir a solução.
Os sistemas AirDraulic apresentam construção modular, o que facilita integrações e futuras ampliações.
Case Dana: tecnologia Drausuisse na indústria automotiva
A aplicação das soluções Drausuisse na Dana demonstra como os problemas hidráulicos podem afetar diretamente a produtividade da indústria automotiva.
Os projetos envolveram diferentes máquinas e plantas, mas possuíam desafios relacionados à temperatura, ao consumo de energia, à disponibilidade e à performance.
Dana Gravataí: aplicação em furadeira
Na planta da Dana em Gravataí, uma furadeira acionada por motor hidráulico enfrentava problemas de superaquecimento.
A temperatura do óleo atingia picos de até 77 °C. Essa condição submetia o processo a um estresse contínuo e também deteriorava componentes internos.
Como consequência, a aplicação registrava paradas relacionadas a quebras de ferramentas provocadas por colisões.
Após a implantação da tecnologia Drausuisse, não houve novos registros de paradas ou quebras por colisão nessa aplicação.
O resultado mostra que a avaliação das bombas hidráulicas para indústria automotiva não pode se limitar à capacidade de gerar pressão.
A temperatura do óleo interfere no funcionamento dos componentes e pode afetar diretamente a disponibilidade e a segurança operacional da máquina.
Dana Gravataí: aplicação em brochadeira
A brochadeira também representava um ponto crítico na produção da Dana em Gravataí.
Por ser uma máquina fundamental para a linha, qualquer instabilidade causava impacto direto na operação. As demandas do sistema hidráulico convencional elevavam a temperatura do óleo e provocavam paradas frequentes para ajustes.
A Drausuisse implementou a tecnologia AirDraulic para solucionar o problema relacionado à geração hidráulica.
Após a implantação, a aplicação apresentou ganho de performance, redução do consumo de energia, diminuição do downtime e estabilização da temperatura do óleo.
O case reforça a relação entre temperatura, estabilidade e produtividade. Ao evitar o superaquecimento, a solução contribuiu para reduzir as intervenções necessárias durante o processo.
Dana Jundiaí: 50 unidades hidráulicas instaladas
A parceria entre a Drausuisse e a unidade da Dana em Jundiaí começou em 2020.
Até o momento apresentado no case, foram instaladas 50 unidades hidráulicas Drausuisse na planta.
Os resultados informados pela empresa incluem:
- 80% de economia de energia;
- eliminação de paradas não programadas;
- ganho geral de performance de 74% nas aplicações.
Os números mostram a aplicação da tecnologia em escala, indo além da resolução pontual de um problema em uma única máquina.
A quantidade de unidades instaladas também evidencia a possibilidade de padronizar uma nova lógica de geração de potência hidráulica em diferentes equipamentos da fábrica.
O que os cases da Dana demonstram?
Os projetos realizados nas plantas de Gravataí e Jundiaí apresentam desafios diferentes, mas revelam alguns pontos em comum.
A temperatura influencia a disponibilidade
Na furadeira e na brochadeira, o superaquecimento não representava apenas um aumento na temperatura do óleo.
Ele interferia no desempenho dos componentes, provocava ajustes e contribuía para paradas.
A economia precisa acompanhar a performance
Reduzir o consumo de energia não seria suficiente se a nova tecnologia comprometesse a produtividade.
No case da Dana Jundiaí, a economia de energia ocorreu junto com a eliminação de paradas não programadas e com um ganho geral de performance.
Cada aplicação precisa de diagnóstico
Uma furadeira, uma brochadeira e um dispositivo de fixação possuem comportamentos hidráulicos diferentes.
Pressão, vazão, tempo de atuação e volume de óleo precisam ser medidos antes da definição da unidade.
A tecnologia pode ser ampliada
A instalação de 50 unidades em Jundiaí demonstra que uma solução validada pode avançar para diferentes aplicações dentro da mesma planta.
TickDraulic para avaliar a aplicação automotiva
Antes de definir a tecnologia definitiva, a Drausuisse pode utilizar a TickDraulic para levantar dados do processo.
A unidade possui configuração plug and play e realiza a sucção diretamente de um reservatório já existente, reduzindo a necessidade de grandes alterações iniciais na infraestrutura.
O levantamento pode ajudar a compreender:
- pressão em cada etapa do ciclo;
- volume de óleo movimentado;
- tempo de atuação;
- períodos de espera;
- variação da temperatura;
- comportamento da máquina;
- aderência da aplicação à AirDraulic;
- resultados esperados com a substituição.
Essa etapa aumenta a assertividade do dimensionamento e reduz o risco de escolher uma solução com base apenas nos dados nominais da máquina.
FlugDraulic para aplicações de alta exigência
Algumas máquinas da indústria automotiva exigem pressão e vazão constantes durante o processo.
Também podem existir plantas com capacidade limitada de geração de ar comprimido.
Para essas aplicações, a Drausuisse desenvolveu a FlugDraulic, uma tecnologia híbrida que combina acionamento pneumático e um conjunto eletromecânico.
Sua principal característica é a entrega linear de óleo pressurizado, com manutenção da pressão e da vazão.
A escolha entre AirDraulic e FlugDraulic depende do perfil da máquina:
AirDraulic: maior sinergia com ciclos intermitentes, manutenção de pressão e fornecimento de óleo sob demanda.
FlugDraulic: indicada quando o processo exige mínima variação ou quando a infraestrutura de ar comprimido possui limitações.
SmartDraulic para acompanhar a saúde do sistema
A indústria automotiva depende de informações confiáveis para reduzir falhas e aumentar a disponibilidade dos equipamentos.
A SmartDraulic conecta os sistemas hidráulicos aos recursos da Indústria 4.0 por meio da integração entre hardware e software.
A tecnologia permite coletar dados de forma presencial ou remota e oferece recursos para:
- identificar previamente falhas de processo;
- antecipar falhas do equipamento;
- gerenciar a produtividade;
- manter histórico permanente em nuvem;
- compilar dados para análises e estudos.
Esse acompanhamento pode ajudar a reconhecer alterações de comportamento antes que elas provoquem retrabalho ou interrompam a linha.
Como avaliar bombas hidráulicas para indústria automotiva?
A avaliação deve considerar a aplicação completa, desde a função da máquina até o impacto de uma possível parada.
Entre os dados importantes estão:
- Qual é a pressão de trabalho?
- Quanto óleo é movimentado em cada ciclo?
- Por quanto tempo os atuadores permanecem em movimento?
- Existem períodos prolongados de manutenção da pressão?
- Qual é a temperatura normal do óleo?
- Há registros de superaquecimento?
- A máquina utiliza trocador de calor?
- Existem quebras ou ajustes relacionados à instabilidade?
- Qual é o consumo atual de energia?
- Qual é o impacto do downtime sobre a linha?
- A fábrica possui capacidade de ar comprimido?
- A aplicação exige pressão e vazão lineares?
- Existe interesse em monitoramento remoto?
- A solução poderá ser ampliada para outras máquinas?
A partir dessas respostas, é possível definir a tecnologia mais adequada e estimar os resultados potenciais da implantação.
Bombas hidráulicas para indústria automotiva com performance comprovada
As bombas hidráulicas para indústria automotiva precisam acompanhar processos que exigem repetibilidade, estabilidade e alta disponibilidade.
Células robóticas, dispositivos de fixação, centros de usinagem, linhas automatizadas, transferidores de peças, furadeiras e brochadeiras apresentam necessidades distintas. Em comum, todas dependem de uma geração de potência hidráulica alinhada ao ciclo real da máquina.
A AirDraulic substitui o conjunto motor-bomba convencional por uma unidade pneumática que mantém o circuito pressurizado e fornece óleo conforme a demanda.
Os cases da Dana demonstram os resultados dessa tecnologia em aplicações automotivas: estabilização da temperatura, redução de paradas, economia de energia e aumento de performance. Na planta de Jundiaí, 50 unidades instaladas alcançaram 80% de economia de energia, eliminaram paradas não programadas e proporcionaram ganho geral de performance de 74%, conforme os dados divulgados pela Drausuisse.
Com as tecnologias TickDraulic, FlugDraulic e SmartDraulic, o ecossistema Drausuisse também contempla diagnóstico, entrega hidráulica linear e monitoramento inteligente.