Como reduzir custos de energia na indústria com mais eficiência

Saiba como reduzir custos de energia na indústria identificando desperdícios, ajustando a demanda das máquinas e modernizando sistemas hidráulicos.
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Como reduzir custos de energia na indústria com mais eficiência

Reduzir custos de energia na indústria não significa simplesmente diminuir o funcionamento das máquinas ou limitar sua capacidade produtiva. O desafio está em identificar onde a operação consome energia sem transformar esse recurso em trabalho efetivamente necessário ao processo.

Motores funcionando continuamente, equipamentos superdimensionados, geração excessiva de calor, sistemas auxiliares de refrigeração e máquinas que mantêm toda a capacidade ativa durante períodos de baixa demanda podem elevar os custos ao longo do ano.

Nos sistemas hidráulicos, essa diferença merece atenção. Dependendo da arquitetura, um conjunto motor-bomba convencional pode permanecer acionado durante todo o turno, mesmo quando os atuadores realizam movimentos durante apenas uma pequena parcela do ciclo.

A Drausuisse desenvolveu tecnologias próprias para aproximar a geração de potência da demanda real da máquina. A AirDraulic substitui o conjunto motor-bomba convencional por uma unidade com acionamento pneumático, mantendo o circuito hidráulico pressurizado e fornecendo óleo quando os atuadores demandam.

Em aplicações compatíveis, segundo a Drausuisse, essa tecnologia pode proporcionar economia de energia elétrica de até 90%, além de reduzir o volume de óleo, evitar a geração contínua de calor e diminuir recursos associados à operação.

Por onde começar para reduzir os custos de energia?

O primeiro passo não deve ser escolher uma nova tecnologia, mas compreender onde a energia está sendo utilizada.

Uma análise inicial pode identificar:

  • máquinas de maior consumo;
  • equipamentos que permanecem ligados durante longos períodos;
  • motores e bombas funcionando sem demanda produtiva proporcional;
  • sistemas com elevada geração de calor;
  • refrigeração trabalhando continuamente;
  • equipamentos superdimensionados;
  • grandes diferenças entre demanda máxima e demanda média;
  • processos com ciclos intermitentes;
  • máquinas com baixa visibilidade sobre seu consumo.

Esses dados permitem priorizar as oportunidades.

Nem sempre o equipamento de maior potência será necessariamente o primeiro candidato à modernização. Tempo de funcionamento, perfil do ciclo e diferença entre capacidade instalada e demanda efetiva também precisam entrar na análise.

Custo de energia não depende apenas da potência da máquina

A potência instalada é importante, mas representa apenas uma parte da equação.

O custo energético depende também de quanto tempo o equipamento permanece funcionando e em quais condições.

Uma unidade relativamente pequena operando continuamente durante vários turnos pode representar um consumo anual relevante.

Por isso, é importante observar:

potência instalada + horas de funcionamento + carga + demanda efetiva.

O mesmo vale para sistemas auxiliares.

Uma máquina pode possuir determinado consumo direto e, ao mesmo tempo, exigir refrigeração, ventilação ou outros equipamentos para controlar as consequências de seu próprio funcionamento.

O custo real precisa considerar o conjunto.

Máquinas podem consumir energia mesmo sem produzir movimento

Em diferentes processos industriais existem momentos nos quais parte da máquina permanece ativa, embora não esteja realizando trabalho diretamente relacionado à produção.

No caso da hidráulica, isso pode ocorrer quando o circuito precisa apenas manter pressão.

Imagine um centro de usinagem.

O sistema hidráulico fecha um dispositivo e fixa a peça. Depois disso, a ferramenta realiza a operação durante vários minutos.

Nesse intervalo, o cilindro não precisa continuar se movimentando.

Mesmo assim, dependendo da configuração, o motor elétrico e a bomba hidráulica podem permanecer ligados.

A multiplicação desse período por centenas de ciclos, diversas máquinas e milhares de horas anuais de operação pode representar um custo significativo.

Manter pressão e gerar vazão são necessidades diferentes

Essa diferença ajuda a identificar oportunidades de economia nos sistemas hidráulicos.

A vazão é necessária quando existe deslocamento do óleo para movimentar um cilindro ou outro atuador.

Depois que o movimento termina, determinadas aplicações precisam apenas manter a pressão estabelecida.

Se a tecnologia utilizada mantém a geração funcionando continuamente nas duas situações, o consumo pode permanecer elevado mesmo quando a demanda hidráulica diminui.

Uma das estratégias para reduzir custos é justamente aproximar o funcionamento da unidade da necessidade real do processo.

Como a AirDraulic trabalha sob demanda?

A AirDraulic utiliza acionamento totalmente pneumático e substitui o conjunto motor-bomba convencional nas aplicações adequadas à tecnologia.

O conceito mantém o circuito hidráulico pressurizado, estático e pronto para atuar.

O fornecimento de óleo ocorre quando existe demanda dos atuadores.

Depois que a pressão necessária é restabelecida, não existe a mesma necessidade de manter uma bomba elétrica em funcionamento contínuo.

Essa mudança permite atuar diretamente sobre períodos em que existe consumo energético sem movimentação proporcional.

Segundo a Drausuisse, a AirDraulic pode proporcionar economia de energia elétrica de até 90%, conforme as características da aplicação.

Conheça o conceito de potência hidráulica Drausuisse.

Quanto pode ser economizado?

Não existe um percentual único válido para todas as máquinas.

O resultado depende de fatores como:

  • potência da unidade existente;
  • quantidade de horas em funcionamento;
  • pressão;
  • vazão;
  • frequência dos ciclos;
  • duração dos movimentos;
  • períodos mantendo apenas pressão;
  • simultaneidade dos atuadores;
  • eficiência da unidade atual;
  • infraestrutura pneumática disponível.

Uma aplicação com movimentos curtos e longos períodos de manutenção da pressão pode apresentar comportamento muito diferente de uma máquina que precisa de vazão contínua.

Por isso, o percentual de até 90% divulgado pela Drausuisse representa o potencial máximo da tecnologia e precisa ser validado para cada aplicação.

O custo energético também está na geração de calor

O superaquecimento pode indicar que parte da energia fornecida ao sistema está sendo transformada em calor.

Em uma unidade hidráulica convencional, isso pode estar relacionado a:

  • circulação contínua;
  • vazão excedente;
  • perdas internas;
  • passagem por restrições;
  • atrito;
  • funcionamento permanente da bomba.

Esse calor pode criar um segundo custo.

Depois de consumir energia para manter a unidade funcionando, a indústria pode precisar utilizar mais recursos para resfriar o óleo.

Isso pode envolver:

  • trocadores de calor;
  • ventiladores;
  • bombas auxiliares;
  • circuitos de água;
  • sistemas de refrigeração.

Analisar o custo energético de uma máquina exige, portanto, observar também os equipamentos que existem para controlar o calor produzido pela operação.

Reduzir o calor na origem pode gerar novas economias

A AirDraulic não apresenta a mesma geração contínua de calor associada ao conjunto motor-bomba convencional.

Segundo a Drausuisse, o acionamento pneumático contribui para estabilizar a temperatura do óleo e sua viscosidade.

Em aplicações compatíveis, a empresa também aponta a possibilidade de eliminação dos trocadores de calor.

Isso pode reduzir recursos relacionados à refrigeração, como energia e produtos utilizados para tratamento de água.

A viabilidade depende de cada máquina, já que o processo pode possuir outras fontes térmicas independentes da unidade hidráulica.

Considere toda a infraestrutura energética

Como a AirDraulic possui acionamento pneumático, a análise não deve se limitar à retirada do motor elétrico da unidade hidráulica.

É importante avaliar também a infraestrutura de ar comprimido existente na fábrica e as características da aplicação.

Entre os aspectos relevantes estão:

  • capacidade disponível da rede;
  • pressão do ar comprimido;
  • perfil de consumo;
  • simultaneidade entre máquinas;
  • condição do sistema de geração;
  • características dos compressores;
  • demanda hidráulica da aplicação.

O objetivo é avaliar o ganho dentro do contexto real da planta.

Essa análise evita comparar tecnologias apenas pela potência nominal e permite dimensionar uma solução mais coerente com o processo.

TickDraulic: diagnóstico antes do investimento

Uma estratégia de redução de custos deve partir de dados.

A Drausuisse desenvolveu a TickDraulic para diagnóstico e coleta de informações da aplicação.

Com conceito plug and play, a tecnologia pode realizar a sucção diretamente de um reservatório existente, facilitando a avaliação antes da definição da solução definitiva.

O diagnóstico ajuda a compreender:

  • pressão efetivamente utilizada;
  • demanda hidráulica;
  • comportamento dos ciclos;
  • frequência das atuações;
  • volume movimentado;
  • condições reais da máquina.

Isso permite comparar a capacidade instalada com aquilo que o processo realmente utiliza.

Em vez de dimensionar a modernização apenas pelas especificações nominais do equipamento atual, a decisão passa a considerar seu comportamento na produção.

Conheça a TickDraulic e as demais tecnologias Drausuisse.

Comece pelas máquinas com maior oportunidade

Depois de coletar os dados, é possível priorizar equipamentos.

Algumas características podem indicar maior potencial de avaliação:

  • motor-bomba ligado durante todo o turno;
  • poucas atuações hidráulicas por ciclo;
  • períodos longos mantendo pressão;
  • elevada potência instalada;
  • óleo frequentemente aquecido;
  • utilização contínua de trocador de calor;
  • alto volume de óleo;
  • várias máquinas semelhantes na mesma planta.

A escala também é importante.

Uma redução moderada em uma única máquina pode parecer pequena, mas se tornar relevante quando a mesma solução pode ser replicada em dezenas de equipamentos.

FlugDraulic para processos com demanda mais constante

Nem toda aplicação industrial pode trabalhar com a mesma lógica.

Existem máquinas que precisam de entrega de óleo mais linear, com pressão e vazão constantes.

Também podem existir plantas nas quais a capacidade disponível de geração de ar comprimido é limitada.

Para essas situações, a Drausuisse desenvolveu a FlugDraulic.

A tecnologia combina ar comprimido com um conjunto eletromecânico e fornece óleo hidráulico pressurizado de maneira linear.

Assim, a modernização pode ser definida conforme as exigências de cada processo, sem aplicar uma única solução a máquinas com comportamentos diferentes.

SmartDraulic: controlar custos também exige monitoramento

Reduzir o consumo em determinado momento não garante que a eficiência permanecerá igual durante toda a vida útil da máquina.

Desgaste, alterações nos ciclos e mudanças na produção podem modificar seu comportamento.

A SmartDraulic integra hardware e software para conectar os sistemas hidráulicos à Indústria 4.0.

A tecnologia oferece recursos como:

  • identificação prévia de falhas de processo;
  • identificação prévia de falhas do equipamento;
  • gerenciamento da produtividade;
  • coleta presencial ou remota;
  • histórico permanente em nuvem;
  • compilação de dados para análises.

O acompanhamento cria maior visibilidade sobre a operação e permite identificar mudanças que possam resultar em perda de eficiência ou necessidade de manutenção.

Reduzir energia também pode reduzir óleo hidráulico

A modernização da geração hidráulica pode produzir benefícios além do consumo energético.

Segundo a Drausuisse, a AirDraulic pode proporcionar redução de até 90% no volume de óleo instalado, conforme a aplicação.

A relação ocorre porque a tecnologia reduz a circulação contínua e a geração de calor, permitindo uma arquitetura mais próxima da quantidade efetivamente necessária aos atuadores.

Com menor volume instalado, também podem ser reduzidos recursos relacionados a:

  • aquisição do óleo;
  • armazenamento;
  • filtragem;
  • manutenção;
  • troca;
  • destinação.

Assim, o cálculo econômico da modernização pode considerar mais fatores do que apenas a energia.

Menos calor e óleo podem reduzir manutenção

A estabilidade da temperatura também influencia a durabilidade dos componentes.

A Drausuisse associa sua tecnologia ao aumento da vida útil de:

  • óleo hidráulico;
  • mangueiras;
  • vedações.

A empresa também aponta benefícios como:

  • redução de vazamentos;
  • redução na troca de filtros e elementos filtrantes;
  • eliminação de micropartículas metálicas associadas ao atrito;
  • possibilidade de redução da refrigeração.

Quando esses fatores estão presentes, uma iniciativa de eficiência energética também pode gerar economia relacionada à manutenção e ao consumo de recursos.

Aplicações que podem ser avaliadas

As tecnologias Drausuisse atendem diferentes tipos de máquinas e segmentos.

Usinagem

Tornos e centros de usinagem CNC utilizam hidráulica em placas, morsas, contrapontos e dispositivos de fixação.

Como muitos desses sistemas realizam movimentos curtos e passam períodos maiores mantendo pressão, são aplicações importantes para análise de consumo.

Máquinas operatrizes

Máquinas operatrizes acionadas hidraulicamente podem apresentar diferentes relações entre tempo total de funcionamento e demanda efetiva da unidade.

Metalurgia

Tornos, fresas, retíficas, desbastadoras de lâminas, fornos, estufas e têmperas estão entre as aplicações atendidas pela Drausuisse.

Alumínio

A tecnologia pode atender injetoras de alumínio, nas quais diferentes momentos do ciclo apresentam exigências específicas de potência hidráulica.

Vulcanização

Máquinas para vulcanização de peças de borracha de pequeno e médio porte também integram as aplicações da tecnologia.

Indústria automotiva

Células robóticas, dispositivos de fixação, linhas automatizadas e transferidores podem reunir grande quantidade de equipamentos, tornando o potencial de replicação um fator relevante.

Máquinas especiais

Prensas de montagem, testes hidrostáticos, montadores de flange, elevadores e outras máquinas especiais apresentam ciclos específicos e precisam de avaliação individual.

Como calcular o potencial de redução de custos?

Uma avaliação pode começar pelo levantamento de informações como:

  1. potência da unidade hidráulica;
  2. quantidade de horas em funcionamento;
  3. dias de produção por ano;
  4. tempo real de atuação hidráulica;
  5. pressão;
  6. vazão;
  7. frequência dos ciclos;
  8. períodos mantendo apenas pressão;
  9. temperatura do óleo;
  10. existência de trocador de calor;
  11. volume de óleo instalado;
  12. custos de manutenção associados;
  13. quantidade de máquinas semelhantes;
  14. condições da rede de ar comprimido.

Esses dados permitem ampliar a análise para além do consumo elétrico isolado.

A Drausuisse disponibiliza um Simulador de Benefícios para estimar o potencial da modernização a partir das condições da operação.

Redução de custos e sustentabilidade

Utilizar menos energia para produzir o mesmo resultado melhora a eficiência econômica e reduz o uso de recursos.

Quando a modernização também diminui volume de óleo, geração de calor, refrigeração, vazamentos e substituição de componentes, o impacto pode ser ainda mais abrangente.

A tecnologia Drausuisse possui Patente Verde concedida pelo INPI, relacionada a inovações com impacto ambiental positivo.

A proposta está alinhada às práticas de ESG ao combinar eficiência industrial e redução de recursos utilizados durante a operação.

Perguntas frequentes sobre como reduzir custos de energia na indústria

Como começar a reduzir os custos de energia industrial?

O primeiro passo é identificar quais máquinas consomem mais, por quanto tempo permanecem ligadas e qual parcela desse funcionamento corresponde à demanda efetiva do processo.

Equipamentos ociosos podem continuar consumindo energia?

Sim. Motores, bombas, refrigeração e outros sistemas podem permanecer ativos durante períodos sem trabalho produtivo proporcional.

Sistemas hidráulicos possuem potencial de economia?

Podem possuir, principalmente quando o conjunto motor-bomba permanece funcionando durante longos períodos nos quais os atuadores apenas mantêm pressão.

Quanto a AirDraulic pode reduzir de energia?

Segundo a Drausuisse, a tecnologia pode proporcionar economia de energia elétrica de até 90% em aplicações compatíveis.

A economia compromete a produtividade?

Não quando a solução é corretamente dimensionada. Pressão, vazão, força, velocidade, repetibilidade e tempo de ciclo precisam continuar atendendo à aplicação.

A rede de ar comprimido precisa ser analisada?

Sim. Como a AirDraulic possui acionamento pneumático, a capacidade e as condições da infraestrutura de ar comprimido fazem parte da avaliação da aplicação.

É possível reduzir outros custos além da energia?

Sim. Dependendo da aplicação, a tecnologia pode também reduzir volume de óleo, refrigeração, vazamentos, filtros e desgaste de componentes.

Reduzir custos exige olhar além da conta de energia

Para reduzir custos de energia na indústria com eficiência, não basta procurar equipamentos de menor potência. É necessário entender onde, quando e por que a energia está sendo utilizada.

Em sistemas hidráulicos, uma das oportunidades pode estar nos períodos em que o conjunto motor-bomba continua funcionando mesmo sem uma demanda proporcional dos atuadores.

A AirDraulic muda essa lógica ao gerar potência hidráulica conforme a necessidade do processo. Em aplicações compatíveis, o conceito pode proporcionar economia de energia elétrica de até 90%, além de reduzir o volume de óleo e a geração contínua de calor.

A TickDraulic permite diagnosticar antes de investir. A AirDraulic atende aplicações aderentes à geração pneumática sob demanda. A FlugDraulic oferece uma alternativa híbrida para processos que exigem entrega linear, enquanto a SmartDraulic acrescenta monitoramento e inteligência aos dados.

Com esse ecossistema, a Drausuisse permite transformar a redução de custos energéticos em um processo baseado em diagnóstico, dimensionamento, tecnologia e acompanhamento dos resultados.

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